chove. tenho um guarda-chuva pendurado no braço mas não me apetece abri-lo. a minha mãe tem-me escondido que o meu pai está doente. há quem não consiga dormir. eu não consigo chorar.
chove. tenho um guarda-chuva pendurado no braço mas não me apetece abri-lo. a minha mãe tem-me escondido que o meu pai está doente. há quem não consiga dormir. eu não consigo chorar.
tenho A vegetariana emprestada, daqueles empréstimos que já não têm retorno e não me incomoda por aí além.
fumar um charuto, não?
mediano, dizias tu?
é bom ver uma sala de cinema cheia, sem conversas paralelas, sem luzes de telemóveis, a rir genuinamente. não estraguem o @cinemasaojorge.bsky.social como fizeram a outras salas de cinema.
e agora fiquei com a música na cabeça, não foi mau.
esse é só dos meus discos preferidos.
muito, concordo.
disse exatamente o mesmo antes de os provar. esses do queijo da serra nunca me deu para provar.
este sítio tem uns pastéis - não me enganei - de bacalhau extraordinários. são iguais a pastéis de nata mas de bacalhau.
o estendal a dar para a rua no coração de Lisboa.
em ou no, senhor?
ahah, muito bom)
é engraçado que, para mim, é ao contrário. quanto mais variedade, menos me apetece comer.
igual.
Ainda não li mas deves achar interessante:
www.theguardian.com/environment/...
interessa, sim, e não tinha visto, obrigada)
ao que sei, os restaurantes têm uma obrigatoriedade legal de confecionar x refeições em função do número de hóspedes. se não tivesse visto o que sobra não acreditava.
se visses a quantidade de comida que sobra de um hotel ao final do dia.
em teoria, de acordo. na prática, definir suficiente tem que se lhe diga.
não será por receio que não se aguente com a receita exclusiva vinda do orçamento, que se prevê reduzida?