Yom Kipur no Shabat é bis in idem.
Yom Kipur no Shabat é bis in idem.
Há bons quadros envelhecendo (Olívio); outros bons quadros afastados da militância (Tarso e, com muito mais distância, Marcos Rolim). Enquanto isso, a esquerda democrática vem sendo patrolada por uma direita radical que aprendeu e dominou o uso das redes.
O PT, como um todo, em geral, mas no RS, de forma muito particular, precisa urgentemente se reinventar. Não é crível que cogite vencer eleições com Edegar Pretto (governo do RS), Maria do Rosário (POA), Luciano Guerra e Helen Cabral (SM, em anos anteriores).
Santa Maria está confirmando segundo turno entre Valdeci (PT) e Décimo (PSDB). É mais provável a eleição de Décimo, a estimar as transferências de votos. Das opções possíveis, são candidaturas comprometidas com a democracia, permitindo o debate entre ideias e modelos de gestão. É um livramento.
É uma dupla desgraça para Porto Alegre. Como não fosse suficiente a certa reeleição de Melo, ainda precisa aguentar um segundo turno, com desperdício de tempo e de dinheiro para confirmar o que já se sabe.
Porto Alegre não é confiável desde a Revolução Farroupilha, quando traiu o movimento aderindo aos imperiais.
Em outubro, o fim da absolvição por clemência; em setembro, a constitucionalidade da condenação por inclemência.
O Tribunal do Júri, instituição bicentenária, garantia individual do cidadão brasileira, cláusula pétrea, agoniza na mão do “defensor da Constituição”.
“Casal Perfeito” da Netflix começa prometendo ser uma boa série (trama interessante, bons atores), mas a cada episódio, vira um apanhado de personagens caricatos e plot twists improváveis e sem suspense, terminando de forma patética.
Dentre os inúmeros absurdos que este país é tão prolífico, a Ministra Presidente do TSE ir conversar com um fantoche de um papagaio NÃO é um deles.
Em um país com um déficit de democracia tão grande, é fundamental que o processo eleitoral seja explicado às massas.
Concordo. Quanto mais próximo dos horrores do Holocausto, mais intimamente ligados de forma identitária a Israel.
Mas acredito que entre a adesão afetiva (na qual me insiro) e parte da identidade (da qual não me insiro), há um oceano.
E isso cria uma relação de nos colocar em um não-lugar. De um lado, apontados como responsáveis pela política genocida de Israel. De outro, cobrados a defender a política "de defesa" de Israel. O fato é que, ao meu sentir, os judeus da diáspora confundiram os sentidos de "judaísmo" e de "Israel".
HAHAAHAH Sempre!
Com relação a isso, o nível “senhorinha” é quando você for “cuidar da vida” DOS OUTROS.
A prefeitura de Porto Alegre apresenta um projeto de despoluição do arroio dilúvio mediante a VENDA DO PLANO DIRETOR...
E ninguém cora...
Isso faz com que, em algumas cidades, especialmente as menores, de entrância inicial, haja uma perenização do juiz substituto. Em uma comarca próxima daqui, uma juíza recém empossada não ficou 2 meses no cargo e exonerou-se para assumir outro cargo.
A justiça - gaúcha, em especial - que sempre foi cobiçada, reconhecida nacional e internacionalmente como de vanguarda, está desinteressante a quem busca seus cargos. Seja por questões remuneratórias, volume de trabalho, logística (cidades muito distantes de aeroportos).
Junto de medidas paliativas, é de se perquirir o porquê de tanta demora em tantos lugares. Em 2022, uma matéria da ZH revelava que quase metade das cidades gaúchas enfrentava falta de juízes. Um déficit de 27% da força de trabalho da magistratura. E não é por falta de concursos e nomeações.
Na última sexta-feira, foi julgado o pedido. O Tribunal não concedeu, propriamente, o desaforamento, mas determinou que seja pautado imediatamente o julgamento do caso. Não há dúvidas sobre o excesso de serviço que grassa a Justiça, mas não é razoável 4 anos para pautar um julgamento pelo júri.
Pois bem. Considerando as justificativas de excesso de trabalho, apresentei ao TJRS um pedido de desaforamento, com fundamento no artigo 428 do CPP, que diz que quando passa 6 meses da preclusão da pronúncia e há comprovado excesso de serviço, pode-se desaforar o julgamento.
(Um parênteses. Em sua cruzada para acabar com o Tribunal do Júri, o Ministro Toffoli, frequentemente, fala do baixo número de casos de homicídio que são efetivamente julgados pelo Tribunal do Júri. Curiosamente, sempre por culpa da Polícia, do MP, do Judiciário. Nunca do júri, propriamente dito).
Após incontáveis tentativas de que marcassem o julgamento (especialmente considerando a idade do cliente - mais de 70 anos - e seu desejo de ser julgado), todas as respostas eram sobre "o volume de trabalho da vara", "os 10 mil processos da vara", "os 3.500 processos conclusos em gabinete"...
Há algum tempo - não sei se aqui ou naquela rede ali do lado - comentei sobre um caso em que meu cliente responde por uma tentativa de homicídio por dolo eventual esdrúxula, desejando ver-se julgado o quanto antes, e que o processo está parado no prazo do artigo 422 do CPP desde fevereiro de 2020.
Oitavo jogo invicto do @scinternacional.bsky.social. A última derrota foi para o lanterna, Atlético-GO, em casa. Poderíamos estar com 48, em 4º lugar, a 9 pontos do líder e um jogo a menos. Nada mais colorado do que isso.
Feliz Aniversário, @niefraim.bsky.social! Muita saúde e alegrias.
O @oa3c.bsky.social não me deixará mentir que falamos muito bem em você. No próximo, combinamos melhor. 😘
Só em um país “pobrefóbico”, a leitura do episódio bets x bolsa-família acabaria por respingar no bolsa-família.
É nojento o fetiche que essa galera tem por uma meritocracia tupiniquim, pouco importando se ela é criminosa ou às custas do pão na mesa do pobre.
Que almoço maravilhoso. Repito o que disse para o @oa3c.bsky.social: é uma das pessoas mais gentis e queridas do Twitter/Bluesky. O prazer foi todo meu.
Já dá para deletar o perfil daquela rede abandonada?
Eu sou muito criterioso com o uso appropriado de expressões, Tanto com alunos, quanto com quem trabalha comigo. Penso que a estética da peça, o uso adequado da língua portuguesa e de conceitos jurídicos são a primeira impressão para o convencimento que se busca.