Citado pelo Belluzzo, e o Rubinho que foi meu professor de economia política na graduação e estudou na França tinha como referência. Então acredito que teve alguma sim.
Citado pelo Belluzzo, e o Rubinho que foi meu professor de economia política na graduação e estudou na França tinha como referência. Então acredito que teve alguma sim.
Tem toda uma discussão italiana em torno de um filósofo chamado Lucio Colletti... eu acho que é por aí a origem.
Em Campinas Smith e Ricardo são apenas liberais como quaisquer outros neoclássicos. Já vi várias referências disso.
Eu acho que é coisa mais recente, parte da reação contra a interpretação do Sraffa. O Belluzzo, por exemplo, tem um livro chamado "valor na ciência econômica" que diz que tem algo na "teoria do dinheiro" que afasta o Marx do Smith e do Ricardo.
Porque muito se difundiu a ideia de que só existe uma espécie de crítica destrutiva de Marx a eles, ao invés de uma crítica, sim, mas que não desconfigura também uma linha de continuidade.
Na matéria diz que o custo da mao de obra subiu aproximadamente 10%. Desconsiderando algum ganho de produtividade, com uma inflação de aproximadamente 5%, isso é um ganho real de 5%, só um pouco acima do ganho real médio geral segundo a PNAD. Então aumenta essa diferença que vai atrair trabalho.
Sim, ia pra dentro das coisas né, lembrei disso aqui cooperative-individualism.org/samuelson-pa...
Tem um texto do Garegnani que ele crítica a crítica do Hahn nessa base também. Que o Hahn simplesmente não consegue admitir que o sraffa não assume as hipóteses que ele acha que precisam ser assumidas.
Eu li há muito tempo, nem me lembro. Mas me recordo que discutimos ele num curso que era mais na linha de filosofia da ciência, e tinha muita forcação de barra nessa parte também.
Assumo uma hipótese que vc não assumiu e digo que a conclusão é uma crítica a vc.
O maior fake-sintese da economia convencional nos tempos recentes é esse de que fiscalismo está relacionado com reduzir taxa de juros de longo prazo. É uma boa estratégia de carreira para o economista que não quer incomodação aderir, hoje em dia.
bsky.app/profile/tcar... matéria muito boa
Tem duas discussões aqui nesse gráfico: cobrar o governo sobre uma expectativa de não recuperar, mas também olhar bem para aquela queda ali por volta de 2021-22, tem que ser explicada não só ah foi "pandemia" ta, mas como?
Esse texto é muito importante e demarca a diferença entre duas posições que se pretendem ambas "keynesianas". Apenas uma delas trabalha com a influência da demanda efetiva sobre a capacidade tanto no curto quanto no longo prazo.
Achei boa essa análise pauta muitas coisas importantes ainda que soe tão fictício no ambiente da nhaca neolib dx.doi.org/10.18235/001...
Também sempre achei horroroso isso, mas ando fracassando em não pensar assim. O fato é que existe sim, mas demanda tempo e energia pra pesquisar e encontrar, que nem sempre se tem. O que chega "naturalmente" é péssimo.
Uma chuva forte (algo realmente nunca antes observado no verão do RS) torna a cidade inviável até para uma prosaica cerimônia de posse do próprio prefeito, que foi reeleito mesmo sendo um dos grandes responsáveis pela caótica e frágil situação. Entenda se for capaz.
O fiscalismo ali é disfarçado na maior parte das vezes. Mas de vez em quando não se aguenta e grita rsrs
Aqui tem uma avaliação consistente do crescimento brasileiro de 2024 que tanto espanta a tanta gente que até parece que não tem explicação. Tem.
comsefaz.org.br/novo/wp-cont...
Por que salários reais crescendo acima da produtividade "pioram", na perspectiva de classe do colunista? Pq pressiona pela redução da rentabilidade do capital. E por que isso costuma ser antecedente de uma "crise"? Pq o governo se submete à pressão e reverte a política econômica.
Voce aí que reclama das previsões do mercado e dos economistas sobre a conjuntura brasileira, neste boletim tem uma análise consistente e fundamentada nos dados.
A variável mais mal tratada nas projeções terroristas de crescimento da dívida pública é o crescimento do PIB. Subestimando esse, e o efeito positivo da despesa pública sobre ele, produz um viés de elevação para a relação entre a dívida e o PIB e um contracionismo na pol eco.
A economia voltou a crescer, o desemprego caiu, salário real vem aumentando, surgem demandas por melhores condições de trabalho. E o que eles dizem: precisamos de um ajuste radical que pare com tudo isso.
Se não estou enganado, é o quarto livro dele, e é mais uma pedrada, como os outros. Falero é de longe o conterrâneo que mais admiro por esses tempos.
Nesse caso não é, essa avaliação subjetiva compromete a compreensão sobre como podem ocorrer transformações e portanto é conservadora.
fazendo assim uma função completamente política e deixando incrívelmente fora do razoável a conclusão geral "while the risks to impartiality may look political, we think they need a better explanation, which is that they're really journalistic". Um conceito errado ou impreciso n precisa ser neutro +
"Some journalists seem to feel instinctively that debt is simply bad, full stop, and don't appear to realise this can be contested and contestable", só aqui já tem todo o viés subjetivista sobre a política fiscal, que dá genericamente no apoio cego a "austeridade" +
Esse cara é muito baixaria
Excelente depoimento. Vc vê que bastam meia dúzia de linhas para compreender como o poder econômico forma o senso comum no que diz respeito a esses temas.
De fato dizer isso até aqui é uma imprecisão, mas me parece que o ano deve fechar com uma taxa bem menor que isso. Tem aquele volume de precatórios enorme em dezembro de 23 que vai fazer efeito na taxa.