www.nytimes.com/2024/12/14/w...
O Bluesky é uma rede que prioriza a experiência do usuário, oferecendo ferramentas de moderação avançadas que permitem maior controle sobre o conteúdo visualizado.
Bluesky Is Different From X. For Now. www.nytimes.com/2024/12/07/o...
Como estou em viagem, proponho um novo brinde. Tintim!
Tintim
Aceitam um licor da Chapada Diamantina?
Não é preciso ser especialista para reconhecer que o afeto genuíno não floresce em ambientes dominados pelo unilateralismo, onde as vozes dissidentes são silenciadas. A inovação colaborativa no contexto empresarial depende de líderes que valorizam a diversidade de opiniões.
Empresas como o Google demonstram que equipes colaborativas são mais inovadoras. Jobs, p. e, só atingiu seu auge na Apple ao aprender a trabalhar com líderes como Tim Cook, com quem ele cultivou laços profundos. Cook chegou a oferecer parte do próprio fígado para tentar salvar Jobs.
Esse controle unipessoal e o uso da empresa para fins pessoais mostram os perigos de uma liderança centralizadora e autoritária, com impacto devastador tanto político quanto empresarial. Sob a liderança de Musk, o valor do X (ex-Twitter) caiu de US$ 44 bilhões para US$ 12,5 bilhões.
A ascensão do autoritário "modo fundador" em empresas de tecnologia, como o Twitter (agora X) sob a liderança de Elon Musk, é preocupante. Musk demitiu 80% dos funcionários e transformou a plataforma em uma ferramenta para promover suas opiniões pessoais e interesses políticos.
A Apple nasceu com o lema de criar "um computador para todos", buscando empoderar e liberar a mente humana. O Google foi fundado com a missão de "organizar a informação mundial e torná-la acessível e útil para todos".
A liderança autoritária sufoca o potencial criativo das equipes, enquanto a cooperação é o verdadeiro motor do desenvolvimento empresarial, como demonstram as histórias da Intel, Fairchild Semiconductor, Google e Apple.
O predomínio de decisões unilaterais e a resistência a controles internos e externos colocam em risco não apenas a inovação, mas também a democracia.
O artigo de Kim Scott no New York Times oferece uma análise pertinente sobre a era do "tecnoautoritarismo", em que tecnocratas adotam uma liderança despótica.
www.nytimes.com/2024/10/11/o...
Esse enorme potencial pode ser desviado, como tudo que o homem toca. Empresas como Google, com acesso quase ilimitado a dados e domínio na IA, precisam de regramentos antitruste. Monopólios apenas ampliam os temores já existentes sobre o controle excessivo.
Apesar de ser uma tecnologia emergente, ela já revolucionou setores como química, biologia e medicina. Do desenvolvimento de medicamentos a vacinas, até a solução de problemas globais como mudanças climáticas, tudo passa e passará pela IA.
Três ganhadores do Nobel ligados ao uso ou ao desenvolvimento da IA. O impacto da IA nas áreas do conhecimento humano é impressionante, especialmente considerando seu uso recente em larga escala. www.nytimes.com/2024/10/09/t...
Parte da mudança é manter uma entidade sem fins lucrativos, distinta da área comercial, que continuará focada na missão original da OpenAI. Essa separação visa preservar a legitimidade social da empresa e assegurar sua atuação em tecnologias avançadas. Prof. @gladstonmamede.bsky.social, o que pensa?
A estrutura PBC permite à OpenAI mais flexibilidade para afastar ativistas ou investidores focados apenas no lucro. Isso garante que a empresa continue desenvolvendo IA que beneficie a humanidade, ao mesmo tempo em que atrai investimentos e compete com gigantes como o Google.
Já vimos os efeitos negativos de bigtechs vendidas a grupos que distorcem seus valores. A OpenAI, para evitar isso, está se reestruturando como uma corporação de benefício público (PBC), protegendo seu CEO e equilibrando os interesses de acionistas, público e sociedade.
www.ft.com/content/5649...
cartum em uma imagem: no centro de um ringue de boxe, dois pugilistas se abrigam nos braços um do outro, cheios de medo da plateia - uma multidão raivosa que agita paus, pedras, guarda-chuvas, facas, armas diversas, tudo em direção ao ringue.
cartum de 1994:
Ninguém quer morrer cedo, mas penso que é essencial aceitar a finitude para despertar a urgência de VIVER. É naturalizando a impermanência que sentimos a profundidade do desejo de conexão e significado, sempre cientes que o tempo é limitado. Só assim pra nos ocuparmos menos de coisas miúdas…
P/ os cientistas a chave p/ prolongar a expectativa de vida está no desenvolvimento de intervenções que desacelerem o envelhecimento.
A pergunta que me fica já foi cantada por Freddie:
“Who dares to love forever?
When love must die”
Só há Eros em razão do Tânatos.
www.nytimes.com/2024/10/07/w...
Enormemente feliz por você!
A obra propõe a necessidade de desacelerar e criar espaços de silêncio e contemplação para restabelecer a conexão com o eu interior. Han critica a sociedade do desempenho e sua incapacidade de permitir pausas significativas, levando ao esgotamento emocional.
Han sugere que o bombardeio constante de informações impede o fechamento dos ciclos internos, gerando ansiedade e depressão. Fechar os olhos se torna um ato de resistência à hiperatividade e à vigilância contínua, permitindo o retorno à subjetividade plena e ao autoconhecimento.
Em Favor fechar os olhos, Byung-Chul Han explora como a aceleração do tempo e o excesso de estímulos visuais contemporâneos impedem a contemplação e o silêncio. A sociedade digital fragmenta a subjetividade e dificulta a introspecção necessária para o equilíbrio mental.
🔘 O Superior Tribunal de Justiça é competente para processar e julgar desembargadores, mesmo sem relação dos fatos com o cargo, para garantir a imparcialidade
STJ, Corte Especial
Já pode avisar que ela tomou posse, meus amores. ESTUDA GURIA É PROMOTORA DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA! @estudaguriadott.bsky.social 🧡🧡🧡🧡🧡🧡🧡
Outra regra impõe limites ao uso de IA em vigilância e policiamento, buscando prevenir discriminações e abusos de poder. As empresas devem seguir diretrizes rigorosas para evitar vieses e garantir que as IAs não perpetuem desigualdades sistêmicas, promovendo mais justiça nas aplicações.
As novas leis da Califórnia para IA exigem maior transparência no uso de algoritmos, especialmente em decisões automatizadas que afetam cidadãos, como no mercado de trabalho e crédito. Empresas devem divulgar como suas IAs funcionam e os dados usados, garantindo mais clareza ao público.