Leia o artigo sobre a Revolução Pernambucana na íntegra, com mais informações e detalhes, no site do @operamundi.bsky.social
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Também lançou as bases da Confederação do Equador — movimento separatista e republicano que eclodiria no Nordeste do Brasil sete anos depois.
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Embora malsucedida, a Revolução Pernambucana ajudou a enfraquecer o domínio colonial português, insuflando o movimento emancipacionista, servindo, dessa forma, como precursora da independência brasileira conquistada em 1822.
25/26
Como retaliação à insurreição, Pernambuco foi desmembrado, perdendo mais da metade de seu território. A comarca de Alagoas, que se manteve leal à coroa portuguesa, foi elevada ao status de capitania autônoma. Depois, a comarca de São Francisco seria integrada à Bahia.
24/26
Na Paraíba, seis líderes do movimento revolucionário também foram condenados à morte: Francisco José da Silveira, Inácio Leopoldo de Albuquerque Maranhão, Antônio Pereira, Amaro Gomes Coutinho, José Peregrino Maciel de Carvalho e Antônio Henriques Rabelo.
23/26
O padre Pedro de Sousa Tenório foi enforcado, decapitado, teve suas mãos decepadas e o corpo arrastado pelas ruas de Recife. Por sua vez, o padre João Ribeiro suicidou-se na prisão, mas teve o corpo desenterrado, esquartejado e exposto à execração pública.
22/26
Luís do Rego Barreto assumiu o governo pernambucano e deu prosseguimento ao julgamento dos rebeldes, ordenando a execução por enforcamento e esquartejamento de 14 réus, incluindo os militares Domingos Teotônio Jorge e José de Barros Lima.
21/26
Sufocada a revolução, seus principais líderes foram presos, julgados, condenados e executados na cidade de Salvador. Domingos José Martins, José Luís de Mendonça e Padre Miguelinho foram fuzilados em junho de 1817.
20/26
A batalha decisiva foi travada em Ipojuca, no interior de Pernambuco. Derrotados, os revolucionários recuaram até Recife. A capital pernambucana capitulou em 19 de maio, após 75 dias de governo provisório. As batalhas deixaram um saldo de centenas de mortos.
19/26
Sob as ordens do general Luís do Rego Barreto, um grande contingente de soldados avançou até Pernambuco a partir da Bahia. O porto de Recife foi submetido a um severo bloqueio marítimo, imposto por uma enorme esquadra vinda do Rio de Janeiro.
18/26
Ex-oficiais de Napoleão Bonaparte, então preso na Ilha de Santa Helena, também foram cooptados pelo movimento, intencionando libertar o líder francês e transportá-lo para Recife. Mas antes que o plano fosse viabilizado, as tropas imperiais deram início à repressão.
17/26
No Ceará, Bárbara de Alencar e seu filho, Tristão Gonçalves, aderiram ao movimento, mas foram presos pelo capitão-mor do Crato, José Pereira Filgueiras. O governo dos EUA manifestou discreto apoio à insurreição, chegando a enviar um lote de armas aos revolucionários.
16/26
Na Paraíba, registrou-se forte adesão ao movimento revolucionário, localmente liderado por José Ferreira Nobre. No Rio Grande do Norte, o movimento obteve apoio de André de Albuquerque Maranhão, que chegou a derrubar José Inácio Borges e a assumir brevemente o governo.
15/26
Os revolucionários enviaram emissários para expandir o movimento pelo Nordeste. Após conseguir a adesão do comandante da comarca de Alagoas, José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima, alcunhado "Padre Roma", seguiu viagem até a Bahia, onde foi preso e fuzilado.
14/26
O novo governo, entretanto, optou por manter a escravidão, a despeito da retórica iluminista. Tal fato é explicado pela grande quantidade de latifundiários que aderiram ao movimento e que tinham no trabalho escravo a base de sustentação de seu poder econômico e político.
13/26
Em 29/03, a junta de governo convocou uma assembleia constituinte a fim de estabelecer as bases do sistema republicano a ser instituído. Também decretou as primeiras medidas: separação dos poderes, liberdade de culto, liberdade de imprensa, abolição dos impostos régios.
12/26
A junta era composta por Domingos José Martins (representante do comércio), José Luís de Mendonça (magistratura), Domingos Teotônio Jorge (militares), padre João Ribeiro, (clero) e Manuel Correia de Araújo (agricultura). Padre Miguelinho foi nomeado Secretário do Interior.
11/26
A fortaleza foi cercada e o governador foi forçado a se render. Os revolucionários tomaram os prédios da administração pública e a Casa do Erário, acessando o tesouro régio da capitania. Em seguida, proclamaram a república em Pernambuco e formaram uma junta de governo.
10/26
Em seguida, os rebeldes tomaram o regimento de artilharia, libertaram os civis presos e ergueram trincheiras nos arredores do quartel. Surpreendido com a insurreição, Caetano Pinto de Miranda Montenegro abandonou o palácio do governo e refugiou-se no Forte do Brum.
9/26
Ao tomar conhecimento da conspiração, o governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro ordenou a prisão dos revoltosos. A insurreição começou em 06/03/1817, quando Barros Lima, o "Leão Coroado", matou o comandante Barbosa de Castro, que havia sido incumbido de prendê-lo.
8/26
Os preparativos para a insurreição tiveram início na casa de Domingos José Martins. O movimento recebeu apoio das academias e das sociedades secretas e mobilizou militares, comerciantes e religiosos — José de Barros Lima, João Ribeiro, Cruz Cabugá e muitos outros.
7/26
Pernambuco abrigava o Areópago de Itambé, a primeira loja maçônica do Brasil. Também servia de sede ao Seminário de Olinda, onde se concentrava parte do clero iluminista que aderiu ao movimento — nomeadamente Frei Caneca, futuro líder da Confederação do Equador.
6/26
A capitania tinha um longo histórico de rebeliões contra o poder central — da Insurreição Pernambucana à Conspiração dos Suassunas, passando pela Guerra dos Mascates. O surgimento das sociedades secretas também contribuiu para a difusão dos ideais liberais em Pernambuco.
5/26
A omissão das autoridades do Rio diante da seca de 1816, que devastou as lavouras pernambucanas, também causou descontentamento. À insatisfação da elite local, somava-se a influência das ideias liberais e iluministas, assimiladas pelos setores médios pernambucanos.
4/26
Os pernambucanos se ressentiam da presença maciça de portugueses na administração pública. O descontentamento se agravou após a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, que resultou no aumento de impostos para financiar as reformas na capital.
3/26
No início do século 19, Pernambuco detinha o posto de capitania mais rica do Brasil. A elite pernambucana, entretanto, mostrava-se insatisfeita com o governo colonial português, que pouco havia feito para atenuar a decadência da produção de açúcar e algodão na região.
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Há 209 anos, partidários da independência e das ideias republicanas se insurgiam contra o domínio português, dando início à Revolução Pernambucana. O levante instalou um governo independente em Pernambuco que durou 75 dias. Leia no @operamundi.bsky.social
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Confira o artigo sobre Josef Stalin na íntegra, com outras informações e mais detalhes, no site do @operamundi.bsky.social
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Ainda em 1949, a União Soviética entraria no seleto grupo de nações detentoras de armamentos nucleares. Stalin liderou os esforços de reconstrução do país no período pós-guerra até sua morte, ocorrida em 5 de março de 1953.
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Stalin conseguiu expandir o território soviético, anexando os estados bálticos, e impôs a incorporação do Leste Europeu à área de influência da URSS. Também coordenou a modernização da indústria e apoiou a criação dos programas aeroespacial e nuclear.
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