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📢 in our #NewIssue (30.4)
P. Christmann, @pcmagalhaes.bsky.social & @sofiavasilopoulou.bsky.social highlight that political trust has been restored to pre-crisis levels in #Portugal, while it remains persistently low in #Greece and #Spain.
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www.tandfonline.com/doi/full/10....
Em suma: as tempestades afetaram a participação — de forma socialmente desigual —, mas não influenciaram as escolhas políticas de quem votou. Vemos isto como um sinal de que os eleitores souberam separar responsabilidades e níveis de decisão, mesmo em contexto de crise. (6)
E no sentido de voto? Aqui o resultado é claro: a calamidade não beneficiou nem André Ventura nem António José Seguro. A evolução do voto foi praticamente igual em municípios afetados e não afetados. (5)
Usando dados meteorológicos objetivos, mostramos que onde o aumento da intensidade do vento foi maior, a queda da participação foi também maior. Este efeito foi especialmente forte em municípios rurais, mais pobres e menos escolarizados. (4)
A participação caiu em todo o país da 1.ª para a 2.ª volta, mas não de forma igual. Nos municípios sem calamidade caiu 1,6 p.p.; nos municípios em calamidade caiu cerca do dobro: 3,3 p.p. As tempestades tiveram, portanto, um efeito claro na abstenção. (3)
Como fazemos isto? Sendo a eleição disputada a 2 voltas com as tempestades pelo meio, estamos em óptima posição para avaliar os efeitos da calamidade através da evolução no território neste intervalo de três semanas. Usamos a técnica estatística “difference-in-differences”. (2)
No @jornalexpresso.bsky.social desta semana há um ensaio meu, da @mafaldapratas.bsky.social, do @joaoc.bsky.social e do @hferrinholopes.bsky.social sobre os efeitos do comboio de tempestades nas residenciais. Tentamos perceber qual foi o impacto no nível de participação e no sentido de voto. (1)
O Coro Amigos do Conservatório Nacional regressa com Mendelssohn, Brahms e Rheinberger. A campanha de crowdfunding no ar tem um detalhe especial: obras doadas pelo artista plástico Pedro Calapez, que recompensarão as doações mais generosas. Espreitem e, se possível, divulguem. ppl.pt/Lieder
Recordação de voto nas legislativas exige algum cepticismo: a memória das pessoas é seletiva. Seja como for, aqueles 24% de votantes AD (que votaram nas presidenciais) e que foram para Ventura merecem muita atenção futura. (fim)
Votantes 1ª volta Seguro e Ventura fizeram o óbvio. Ventura teve maior sucesso entre votantes Cotrim do entre os outros. Mas impressionantes aqueles B/N declarados entre os votantes Mendes e especialmente Cotrim. (4)
Seguro muito bem entre os licenciados, e claro que para isto precisou de muito mais do que o apoio do eleitorado PS. Em contraste, Chega/Ventura confirma sinais mais recentes anteriores, com bom resultado entre os menos instruídos. (3)
Seguro ganha em todos os grupos etários. Mas bem melhor entre os mais velhos do que entre jovens e meia-idade. (2)
Alguns dados de uma sub-amostra da boca das urnas ICS/Iscte/Pitagórica. Desta vez brancos e nulos foram relevantes, vamos olhar para eles também. Primeiro, sexo. O previsível. Mulheres significativamente menos Ventura e menos B/N (1).
Últimas sondagens publicadas e resultados das eleições presidenciais, 1996-2026 (1ª volta).
Desculpem tanta conversa, mas no podcast não tivemos tempo para falar sobre tudo isto.
Mas discordo da ideia de que um voto que tome em conta o que se sabe das preferências dos outros seja menos "genuíno", ou menos "democrático", ou uma perversão de como as coisas deviam funcionar. Porquê? Nunca percebi este raciocínio.
E já agora também acho que a importância que se dá às sondagens — o que faz com que se tornem "importantes" — é muito maior do que aquilo que os media são capazes de investir nelas para que tenham a máxima qualidade possível.
4) Portanto, sobre tudo isto, acho que há coisas problemáticas. Pouca atenção a coisas que interessam, demasiada atenção a mudanças que não existem, pouca pedagogia, pouca capacidade de combater interpretações abusivas, etc, etc, etc.
É preocupante se nos apercebermos de que os resultados das sondagens são deliberadamente manipulados para produzir determinados efeitos. Eu não tenho essa perceção. Claro, politicamente, há uma luta pela interpretação e leitura desses resultados. Mas tb há pelas de muitos outros "factos".
3) As sondagens certamente influenciam comportamentos, direta e indiretamente (ao influenciarem a cobertura da campanha). Muitas outras coisas que se dizem e fazem e disseminam também influenciam comportamentos.
Essa responsabilidade é muitas vezes esquecida em nome de gerar "novidade". Isso é um problema.
2) A tracking poll é uma sondagem como as outras, com a diferença de que divulgam-se os seus parciais à medida que se faz o trabalho de campo. Isto gera itens informativos para os media (é o objetivo), mas cria a responsabilidade de explicar o que realmente muda e não muda.
Olá. Tentando resumir a minha posição sobre isto. 1) Acho que se fala demais de sondagens em campanhas, especialmente da "corrida de cavalos" e menos de outras coisas que as sondagens mostram (o que as pessoas acham as posições dos candidatos/partidos, as bases sociais de candidatos/partidos, etc).
📢NEW ARTICLE!📢 #OpenAccess
Divergent paths of political #trust in Southern Europe: the roles of economic performance, #corruption, congruence, and #polarisation
🔓Christmann @pcmagalhaes.bsky.social & @sofiavasilopoulou.bsky.social👇
🔗https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13608746.2025.2576094
❗New Paper Alert❗
Everyone discusses the role of algorithms & social media in the rise of the rad right. Fair and important.
But... what about traditional media?
Rad right actors often complain about editorial gatekeeping from mainstream outlets
Is that actually true? 1/3
arxiv.org/abs/2601.05826
Olá. Já submetemos um artigo e ainda estamos a trabalhar na componente experimental do inquérito para um segundo. Mas quando terminado vamos depositar a base num arquivo público. Poucos meses portanto.
Um ensaio no @jornalexpresso.bsky.social sobre as atitudes dos portugueses em relação à Inteligência Artificial, baseado num inquérito apoiado pela @caixaresearch.bsky.social. expresso.pt/semanario/id...
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Via @zubrin.bsky.social