Março celebra conquistas, mas a violência segue alarmante. Em 2025, o Brasil registrou 6.904 vítimas de feminicídio (consumados e tentados), +34% vs. 2024, segundo o Lesfem/UEL.
Estudo do NERI, publicado na Revista Brasileira de Segurança Pública.
Março celebra conquistas, mas a violência segue alarmante. Em 2025, o Brasil registrou 6.904 vítimas de feminicídio (consumados e tentados), +34% vs. 2024, segundo o Lesfem/UEL.
Estudo do NERI, publicado na Revista Brasileira de Segurança Pública.
Quando a crítica vira hábito, perdemos a capacidade de enxergar o que avança
e a força cultural do país. A brasilidade segue pulsante: música, comida, festas, mistura e modos de viver que despertam desejo global.
Leia o texto de Michael França na Folha de S.Paulo. Link na bio.
Nosso ensino médio é focado demais no vestibular, embora só 1/3 tente o superior logo após concluir. E a saúde mental? ~15% dos alunos têm sinais de transtornos e outros 15% estão em risco. A escola pode atuar na prevenção: rastreio, reduzir fatores de risco. Entrevista na bio.
Já está disponível o Relatório Anual 2025 do NERI!
O documento reúne as principais entregas do ano, os resultados alcançados e o impacto do trabalho do núcleo na, no apoio a políticas públicas e na articulação entre ciência e sociedade.
Acesse o relatório completo pelo link na bio.
Neste texto para o Nexo Políticas Públicas, Camilla Alvarenga, pesquisadora do NERI, analisa como a crise sanitária ampliou e evidenciou uma sobrecarga que já existia, mas que passou muito tempo despercebida para quem não a vive.
Acesse o texto completo pelo link na bio do perfil
Sessão especial do BID no 47º Encontro da SBE!
Dia 17/12, de 10h30 a 12h15, no Insper o debate discutirá evidências sobre políticas públicas para redução das desigualdades raciais.
Participam Michael França (NERI/Insper), Francisco Lagos, Laísa Rachter e Suzanne Duryea (BID).
Como as polícias realmente atuam no Brasil?
O pesquisador do NERI, Fillipi Nascimento indica 5 estudos essenciais que mostram as rotinas, os padrões de intervenção e os efeitos das polícias nas cidades brasileiras.
Link na bio
Uma sociedade plenamente igualitária pode ser bela na ficção, mas não como guia de política pública.
A pergunta não é se haverá desigualdade, mas sim sobre o tamanho e o tipo que estamos dispostos a aceitar.
Novo texto de @michaelfranca1789.bsky.social para a @folha.com
Veja pela bio do perfil
Para Arnaldo Lanzara (UFF/INCT-PPED), a modernização trouxe informalidade: houve aumento de 25,4% de trabalhadores de app em 2 anos
Jovens qualificados enfrentam 45h/semana, 36% contribuem pro INSS e 71% são informais.
Confira pela bio na coluna Políticas e Justiça, na
@folha.com.
Desigualdade racial no trabalho não é só questão de escolaridade. Mesmo com mesma formação e cargo, negros ganham 10-15% menos que brancos.
No @nexojornal.bsky.social, Alysson Portella (NERI) explica como discriminações acumuladas sustentam isso.
Veja mais pelo link na bio.
Neste episódio do NERICast, discutimos um estudo, desenvolvido por @michaelfranca1789.bsky.social, @danielduque.bsky.social e Milena Mendonça
O estudo mostra que quando mulheres pretas/pardas casam, os maridos têm menos escolaridade e renda que os das mulheres brancas
Acesse o link na bio
Em novo estudo do @neriinsper.bsky.social , mostramos que a dinâmica das uniões afetivas no Brasil continua profundamente marcada pela cor da pele e funciona como uma fonte de propagação de desigualdades 🧶👇🏾
folha.com/38axzikv
Novo estudo realizado no Núcleo de Estudos Raciais do Insper (@neriinsper.bsky.social) com Milena Mendoça, Daniel Duque e eu 🧶👇🏾
Assumir-se negro deixou de ser motivo de vergonha e no centro dessa mudança estão as mulheres negras.
Avançamos muito, mas no mercado de trabalho o progresso é tímido: os ganhos de renda ficaram com as mulheres brancas.
Novo texto de @michaelfranca1789.bsky.social na @folha.com
Link na bio.
Tá sabendo da novidade? O NERI agora tem uma newsletter! Nela você fica por dentro dos estudos produzidos pelo Núcleo.
Para se inscrever basta cadastrar seu e-mail no link disponível na bio do perfil.
O NERI completa cinco anos e queremos celebrar com quem fez e faz parte dessa história.
Nosso encontro será nesta sábado, dia 22/11, às 20h, no Bar do Baixo, em Pinheiros.
Vem comemorar com a gente!
Para aqueles que perderam na loteria do nascimento, a atual crise de saúde mental pode representar não apenas a estagnação socioeconômica mas até um retrocesso em relação pelos seus próprios pais.
Confira o texto do @michaelfranca1789.bsky.social para a @folha.com pelo link na bio do perfil.
Na @folha.com, Yuri Silva, mestre em Políticas Públicas e Governo e pesquisadora do Ipea, defende que o país precisa mudar a lógica do investimento público, com menos armas e mais políticas sociais, cultura e oportunidades.
Veja mais pelo link na bio.
Nesse vídeo para o NEXO, Michael França (@michaelfranca1789.bsky.social), coordenador do NERI, observa que reconhecer o papel das heranças não é negar a importância do trabalho individual, mas admitir que ele sozinho não corrige séculos de vantagens concentradas
Veja mais no link da bio.
Nesse episódio do NERICast, discutimos o estudo “Discrimination in the Formation of Academic Networks”, desenvolvido pelos pesquisadores Nicolás Ajzenman (McGill University), Bruno Ferman (FGV São Paulo) e Pedro Sant'Anna (MIT).
Acesse o link na bio do nosso perfil
Olá, Aracaju, estamos chegando!
No dia 31 de outubro (próxima sexta-feira) realizaremos a primeira oficina do NERI em Aracaju, cujo tema será "Desigualdade racial e políticas públicas".
A oficina será ministrada pelo Prof. Michael França (@michaelfranca1789.bsky.social ), coordenador do NERI.
Alô, Maceió, estamos chegando!
No dia 29 de outubro (próxima quarta-feira), realizaremos a primeira oficina do NERI em Maceió, cujo tema será "Desigualdade racial e políticas públicas".
A oficina será ministrada pelo Prof. Michael França (@michaelfranca1789.bsky.social), coordenador do NERI.
A educação é fundamental para sociedades mais justas e prósperas.
Milena Mendonça, do NERI, explica no NEXO Políticas Públicas a importância de investir em ensino, infraestrutura, docentes e apoio às famílias para romper desigualdades.
linktr.ee/neri.sources
O debate sobre mobilidade social no Brasil costuma focar em mérito e esforço
Neste episódio do Podcast RioBravo, o pesquisador do NERI, Fillipi Nascimento, explica como o território se constitui enquanto um elemento ativo da desigualdade.
Veja mais: linktr.ee/neri.sources
Esse padrão é ainda mais evidente no caso da maconha e de outras drogas classificadas como “leves”, onde a distinção entre uso e tráfico costuma ser subjetiva, ficando a critério da interpretação policial. E é justamente aí que o viés aparece. (5/5)
Ele mostra que pessoas negras têm sistematicamente mais chances de serem indiciadas como traficantes do que pessoas brancas, mesmo quando estão envolvidas com as mesmas substâncias, em quantidades semelhantes, sob as mesmas circunstâncias. (4/5)
Este estudo do NERI, se baseiaem mais de 1 milhão de boletins de ocorrência registrados em São Paulo entre 2010 e 2020. (3/5)
No entanto, apesar de seu alcance simbólico, a decisão pouco altera as dinâmicas de seletividade racial e repressão cotidiana que estruturam a aplicação dessa política nas ruas. (2/5)
Em 26 de junho de 2024, o Supremo Tribunal Federal decidiu que portar até 40 gramas de maconha para uso pessoal não configura crime, estabelecendo um novo marco na política de drogas no país. (1/5)
Há 100 anos, Brasil criou sua 1ª universidade. Ensino superior, antes da elite, é chave para mobilidade social.
Na coluna Políticas e Justiça, Ana Tereza Pires, do Ipea, defende universidades como espaços de formação crítica, diversidade e transformação.
linktr.ee/neri.source