(T06E02) Estado penal, inocência e racismo (prefácio de Juliana Borges)
Vídeo completo: youtu.be/dLKuDxfMIgM?...
Corte: www.instagram.com/reel/DVjB7gs...
@marcosmorcego
Autor: Por uma Implosão da Sociologia. Pesquisador: Identidade, Território e Organização Política. Comunicador - Caverna do Morcego. Ele/Dele. Sociais - FFLCH/USP Editor e Articulista: Clio Operária Livreiro. Mediador. FLIPEI Linktr.ee/morcegomarcos
(T06E02) Estado penal, inocência e racismo (prefácio de Juliana Borges)
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Bomm diaaaa, finalmente sexta!
(Infelizmente passarei o dia arrumando a casa)
Um bj pra vcs e bom dia aí!
O capitalismo nos impõe a violência constantemente, seja a bala, o enquadro e mesmo a exclusão e a negligência. O cep determina o quanto dessa violência a gente vai precisar viver cotidianamente, até ser absorvido por ela, revolta ou apatia, às vezes as duas coisas.
Últinos 6 dias para inscrições
Pa ra bens 👍🏾 amiga, vc é uma amiga
E elas, todas, colocam que não podemos ficar parados em tempos de guerra!
Mas a Rosa (e isso se apresenta na data de seus textos), demonstra como a guerra é preparada no cotidiano, quase como se, dentro do capitalismo, sempre estivesse presente o horror e a violência, contra nós, pobres e oprimidos
No off: foi mt louco reler Rosa Luxemburgo sobre guerra, recentemente já tinha lido ela, a Clara Zetkin (que pega as duas guerras) e a Kollontai!
Um grito pela libertação socialista e emancipação humana e não humana em meio à fome de sangue do capital!
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Sanji mostrando como se lida com racista
países subjugados por países dominantes, abolição da guerra e introdução de uma paz universal, igualdade e fraternidade entre as pessoas”.
Texto completo no site da Clio: www.cliooperaria.com/post/155-ano...
Diria ainda, “o objetivo final, que brilha para a classe trabalhadora, assim como a internacional, é a completa abolição da exploração e da opressão de algumas pessoas sobre outras, a dominação de uns sobre outros, a humilhação dos pobres pelos ricos, da mulher pelo homem,
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e das forças imperialistas, temos apenas a revolução contra o capitalismo e as forças burguesas, e todas as estruturas que nascidas antes ou não, se desenvolveram dessa forma se alimentando e alimentando o próprio sistema.
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ela era jogada novamente, não por escolha, mas por ser a única alternativa.
Defensora incansável do socialismo, sendo hoje um resgate para não só manter nossas energias, mas para relembrar todo dia que para enfrentar a violência cotidiana, a violência genocida de forças policiais
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sofre com a expansão capitalista e com o sistema carcerário é o suficiente para deixá-la revoltada. Ela se sentia em casa em todos os lugares, mas tinha uma particular relação com sua gata Mimi, com campos floridos e com os mais diversos animais, ainda assim, não conseguia fugir da luta,
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Essa referência marca a história profundamente pelo seu amor direcionado de forma radical e solidária, mas também pelo seu ímpeto de lutar pela revolução e contra a classe dominante, que pega seus lucros enquanto nos mata.
A lágrima de um bisão mutilado, que assim como os pássaros e as pessoas
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Foto de Rosa Luxemburgo. "155 anos de Rosa Luxemburgo: lições que permanecem", por Marcos Morcego na Clio Operária!
155 anos de Rosa Luxemburgo, revolucionária que lutou pelo socialismo e pela libertação de todos os seres de qualquer opressão.
Texto de: Marcos Morcego @marcosmorcego.bsky.social
Acesse em: www.cliooperaria.com/post/155-ano...
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👀 prestando as devidas homenagens!
Níver da Rosa Luxemburgo, guerras e o 8 de março:
Pra ler: www.cliooperaria.com/post/155-ano...
Pra divulgar: www.instagram.com/p/DVgoujRETf...
Opaaa, vlw demais 🥺❤️
😭🙏🏾 vambora caraioooo
ei 🫵🏻 conheçam nosso filho
🙏🏾🙏🏾🙏🏾🙏🏾❤️❤️❤️ vlw demais
🥺🥺🥺🥺❤️❤️❤️ ainnn
coisa linda
Que orgulho ver nossos camaradas se expandindo por projetos radicais e fundamentais! 🔥❤️
Nossa tarefa é deixar em evidência quem enfrentou o colonialismo, tensionou o eurocentrismo e refletiu sobre os sentidos da revolução de forma territorializada.
Acreditamos em leituras que abrem caminhos.
www.instagram.com/aberturaedit...
trabalho coletivo e sem capital inicial, sustentam a convicção de que um catálogo pode ser construído a partir de um compromisso político, não com amplos recursos financeiros.
Não buscamos preencher lacunas, queremos deslocar o centro, trazer outras perspectivas, diversas e plurais.
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Vozes da periferia, dos lutadores, do Sul, do campo e das múltiplas cores da nossa classe.
A editora nasce da iniciativa de seis pessoas: editores, militantes, tradutores, livreiros, pesquisadores e designers. Trabalhadores do livro – não proprietários –, que, a partir dessa doação de
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a fim de que eles exerçam uma função dialética no contexto das crises e das opressões.
Escolhemos, perante essa encruzilhada que se apresenta, trilhar os caminhos no sentido da luta antifascista e do marxismo periférico. Das vozes que foram negligenciadas e pouco ecoadas no país.
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A editora nasce da iniciativa de seis pessoas: editores, militantes, tradutores, livreiros, pesquisadores e designers. Trabalhadores do livro – não proprietários –, que, a partir dessa doação de trabalho coletivo e sem capital inicial, sustentam a convicção de que um catálogo pode ser construído a partir de um compromisso político, não com amplos recursos financeiros. Não buscamos preencher lacunas, queremos deslocar o centro, trazer outras perspectivas, diversas e plurais. Nossa tarefa é deixar em evidência quem enfrentou o colonialismo, tensionou o eurocentrismo e refletiu sobre os sentidos da revolução de forma territorializada. Acreditamos em leituras que abrem caminhos.
e o justiçamento de seus algozes, um projeto nacional popular e pautado na real materialização do mote da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade.
Para nós, “abertura” é um movimento, não um fim. Um processo de reelaboração dos valores,
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Para nós, “abertura” é um movimento, não um fim. Um processo de reelaboração dos valores, a fim de que eles exerçam uma função dialética no contexto das crises e das opressões. Escolhemos, perante essa encruzilhada que se apresenta, trilhar os caminhos no sentido da luta antifascista e do marxismo periférico. Das vozes que foram negligenciadas e pouco ecoadas no país. Vozes da periferia, dos lutadores, do Sul, do campo e das múltiplas cores da nossa classe.
um marco da guerra de classes no Sul Global e das lutas anticolonial e antirracista. Frente ao impasse posto pelo complexo cenário político na colônia de Santo Domingo, Toussaint foi a figura que apontou para uma saída que contemplava, além da libertação dos escravizados
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