medo de comentar que detestei "a substância" e levar 1h de palestrinha sobre a mensagem do filme (que sim, eu entendi).
medo de comentar que detestei "a substância" e levar 1h de palestrinha sobre a mensagem do filme (que sim, eu entendi).
Vi um evento de ESG que parecia interessante. Fui olhar o valor de inscrição e, pasme, custava a bagatela de 5000,00.
Risos de desespero.
é sempre divertidíssimo acompanhar pessoas citando suas ideias sem creditar a autoria (:
retornei de férias e, meu Deus, como é difícil voltar pra rotina.
exatamente isso hahahaha ... pior que eu faço isso até com emails mais longos: jogo no word, formato e depois leio :p
simplesmente não consigo ler (ou trabalhar n)um arquivo sem antes formatar a fonte e deixar justificado. pra que? pra nada.
Obcecado com o furacão Milton e todo o drama dos moradores da Flórida.
Escrevendo pra dar contornos à angústia. Escrevendo porque não tem sido possível dizer. Escrevendo pra não enlouquecer. Escrevendo…
Porque diabos o médico manda chegar mais cedo se vai atrasar a consulta? Toda vez essa merd*.
quantas coisas você deixou de dizer em voz alta por medo de ouvir suas próprias respostas?
Que aflição essa apuração em SP. Pelo amor de deos.
O resultado da eleição em Vitorinha… pqp
A retórica do consentimento não deixa espaço para a ambivalência e é capaz de tornar inadmissíveis - perigosas até - não apenas a dificuldade de expressar o desejo, mas, antes de tudo, a experiência de não saber o que se quer.
K. Angel
Ao encorajar as mulheres a serem claras e confiantes na expressão do desejo sexual, a cultura do consentimento corre o risco de negar, com a melhor das intenções, o fato de que as mulheres são punidas pelas mesmas posturas sexualmente assertivas que são encorajadas a adotar.
K. Angel
O discurso das mulheres sobre o próprio desejo carrega um fardo muito pesado: o de garantir o prazer, de melhorar as relações sexuais e de resolver o problema da violência.
O problema?
O problema é que dizer “não” é difícil (muitas vezes impossível), mas dizer “sim” também pode ser.
K. Angel
O (auto)conhecimento sobre o próprio desejo não deveria ser uma condição para estarmos a salvo da violência.
K. Angel
Indo pro segundo dia de capacitação do MPSC e pensando na responsabilidade - e privilégio - de falar com eles sobre escuta e acolhimento de vítimas.
Por trás de cada vítima que permanece ao lado de seu agressor existe uma mulher que foi convencida de que ela merecia toda dor e violênci4 perpetrada.
Assistindo Euphoria pela primeira vez e entrando em desespero com a responsabilidade de criar um serumaninho.
ou eu crio um perfil secundário pra PFísica ou eu volto a escrever em diário. não tá dando mais pra manter a "pose" de PJ o tempo todo. to presa nisso.
Yeah! Artigo novo publicado!
Scarpati A. S., Guerra, V. M., & Bonfim,C. N. (2023). Rape Myths, Values, and Honor in Brazilian Law Students. Universitas Psychologica, 22,1-14.
Miller (2002, p.16): o agressor, antes de “poder ferir fisicamente sua companheira, precisa baixar a autoestima de tal forma que ela tolere as agressões”.
tentei gravar um dia meu. esqueci de mostrar partes importantes. terminei com vídeo que me retrata como uma pessoa que não toma banho, não come e não vê a filha hahahaha
Funcionária relata retaliação após denunciar assédio: “pernas bonitas” www.metropoles.com/colunas/guil...
qual a dificuldade em ser pontual ou de avisar que vai atrasar?
Shame thrives in silence.
A fala machista e ofensiva do empresário da G4 Educação, Tallis Gomes, tem que gerar mais do que indignação. Essa empresa diz que quer ensinar o mundo corporativo como fazer gestão. O que mesmo uma empresa como essa tem a ensinar?
Perdi seguidores ao falar do empresário misógino.
Provavelmente mulheres - a maior parte do meu 'público'.
Ele? Não perdeu. Talvez até tenha ganhado alguns.
2024, sabe? 2024 e ainda ainda dá palco pra essa galera. É realmente desanimador...
Pensando se eu dou conta de fazer análise ou se aquieto o facho e fico com a minha terapeuta mesmo.
O isolamento social, a perda da identidade e a perda de autoestima fazem com que a vítima de violência psicológica se torne dependente do parceiro e do relacionamento, o que, por sua vez, facilita o aumento da frequência e intensidade dos abusos.