Se quiserem e puderem ajudar o Vicente a pagar a multa: opencollective.com/gce-lx/proje...
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"No pedido de indemnização civil, Luís Montenegro exigia ser ressarcido em cerca de 1750 euros, mas no julgamento ficou demonstrado que o valor do fato era inferior ao que indicou".
Usar a lei para justificar atos moralmente dúbios ou mesmo perversos é um dos "truques" clássicos das democracias liberais e um dos recursos preferidos quando não se quer discutir política. Parte da falência da esquerda começa aqui, na forma como se rendeu a esta lógica. Outra parte dessa falência+
O Bloco será incomodado com comentários sobre isto como é com o caso Robles (uma incoerência individual, esta é mesmo da direção do partido) e fica o assunto por aí. Eu tive a minha identidade exposta contra a minha vontade. Não é uma situação igual.
A única coisa que eu queria era que existissem consequências políticas para os responsáveis por estas decisões e um pedido de desculpas, um SMS que fosse. Nunca aconteceu nem irá acontecer. A maioria virava-me a cara ao ver-me na rua, agora deverão mudar de passeio.
É uma situação lixada porque muita gente minha conhecida concorda que na hora do aperto faz sentido demitir pessoas com menos disponibilidade para trabalho político. Tem-me sido dito isto. Está a ser difícil perceber que é esta a mentalidade de muitos ex camaradas e companheiros.
Não sou ingénua, despedimentos como este terão acontecido em todos os partidos com muitos trabalhadores. Mas o Bloco de facto dizia-se diferente, tinha uma postura e bandeiras políticas diferentes. E os dirigentes sabem que eu não contei tudo.
O rol de ofensas estende-se, estas são as que chegaram até mim.
Ainda assim, bloquistas chamam-me traidora. Perguntam quanto me pagaram. Sou falsa. Porca. Mesquinha. Vitimazinha. Carreirista. Queria ser política profissional. Queria encher o bolso quando o partido não tinha dinheiro. Garantir o meu quando todos fizeram esforços.
Só falei em público porque vi pessoas que acompanharam a situação e conhecem os critérios de despedimento a partilhar um comunicado falso. Vi uma dirigente a fazer piadas. Passei-me e escrevi. Arrependi-me. E depois deixei de estar arrependida.
(o momento em que contei à minha terapeuta que me tinha chibado no Twitter depois de ter dito que não falaria à imprensa está no top 37 de momentos mais embaraçosos da minha vida)
Outros ex camaradas há que optam simplesmente pela difamação. Já expliquei que não falei à comunicação social. Andei para trás e para a frente com essa ideia durante duas semanas e no final nunca tive coragem de o fazer, nem de forma anónima. Já o disse e é verdade.
por isso podem limitar-se a dizer que “as trabalhadoras não foram selecionadas entre os seus pares”. Mas os dirigente sabem que os critérios não foram técnicos. Sabem que mentem. E sabem que nós não iremos falar mal em público das pessoas que mantiveram os postos de trabalho.
Desde o primeiro dia que expliquei ao Secretariado que, face à necessidade de despedimentos, fosse eu e um dos que ficaram, mas nunca a outra mulher. Que nos tenham mandado embora as duas não tem justificação nenhuma. Mas sabem que nós nunca iremos dar detalhes em público por respeito aos envolvidos
Depois outros ex camaradas há que optam por me enviar mensagens lembrando que devia estar calada por ter saído com dinheiro. Por mais que explique que o argumento foi sempre os critérios da escolha entre nós e as duas pessoas que ficaram, com base em experiência, antiguidade e resultados, não ouvem.
Dos ex camaradas que eram meus amigos ou conhecidos muito próximos, o silêncio é esmagador. Tanto na altura como agora optam por não me dirigir uma palavra em privado.
Desde a divulgação do comunicado interno do Bloco de Esquerda que tenho recebido mensagens de militantes do partido.
eu não quero reparações. só queria que existisse uma responsabilização política dentro da direção daquele partido e que me pedissem desculpas. queria isso na altura, queria hoje, mas é algo que nunca acontecerá porque acreditam mesmo que eu sou uma ingrata :)
obrigada, rute
muito obrigada :)
vou tentar isto de novo, aqui as notificações estão sossegadas. diz que às vezes à terceira é de vez.
Obrigada, Ana.
Entre os dois desde sempre que sou team Pestana, mas de facto quem mudou foi a Joana.
Ver a Joana Amaral Dias e o André Pestana em debate na TV é o sonho molhado de qualquer pessoa que tenha militado no Bloco de Esquerda em Lisboa nos, sei lá, primeiros dez anos do partido.
mais tolo que ter de estar a fingir que trabalho 8h por dia nesta altura do ano em que o trabalho quase que pára e a caixa de email hiberna é ter de fazer isso, mas em regime presencial.
Ou que ultrapasse a pena e seja libertado aos 92 anos, sem família, sem amigos e sem dinheiro.
Espero que este homem viva até aos 92 anos para cumprir toda a pena. Só lamento que não seja maior. www.publico.pt/2024/12/19/m...
Dei-lho no sábado e desde domingo que a estou discretamente a pressioná-la para me deixar tomar conta do bicho.
"Tu na escola não vais conseguir tomar conta dele, ainda morre..."
maravilhosos almoços de convívio de natal no local de trabalho. devíamos trabalhar todos os dias ali a roçar o limite de teor alcoólico permitido por lei.
devia ter uns cinco aninhos, foi o primeiro filme que vi no cinema