Lançamos no #8M a quinta edição da pesquisa "Pela Vida das Mulheres". Os dados mostram que a violência armada segue atingindo mulheres em todo o país, especialmente jovens e negras.
Leia o estudo completo: soudapaz.org/mesmo-em-cen...
Lançamos no #8M a quinta edição da pesquisa "Pela Vida das Mulheres". Os dados mostram que a violência armada segue atingindo mulheres em todo o país, especialmente jovens e negras.
Leia o estudo completo: soudapaz.org/mesmo-em-cen...
O estudo "Acompanhamento da atenção da Organização Mundial da Saúde à violência armada entre 2000 e 2025" foi produzido por uma coalizão internacional de universidades e organizações da sociedade civil. Leia mais: g1.globo.com/politica/not...
Em um campo marcado por disputas e polarização, Jungmann contribuiu para qualificar o debate público e afirmar a centralidade das instituições democráticas na agenda de segurança.
Nos solidarizamos com familiares, amigos e colegas.
E à estruturação de fontes permanentes de financiamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública, avanços importantes para tratar a segurança como política de Estado, e não como resposta episódica.
Como ministro da segurança pública, sua gestão esteve associada à criação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP).
Ao longo de sua trajetória pública, Jungmann teve papel relevante na consolidação de políticas institucionais de segurança pública no Brasil. Ele foi um dos defensores do controle de armas no período do Estatuto do Desarmamento e do referendo.
O Instituto Sou da Paz lamenta profundamente a morte de Raul Jungmann.
É fundamental que as melhorias alcançadas no Senado sejam preservadas nos próximos passos da tramitação.
Leia a nota pública completa no link: soudapaz.org/notaplantifa...
O texto incorpora medidas como novos tipos penais para fabricação clandestina de armas, criminalização de arquivos digitais de impressão 3D e fortalecimento da integração entre órgãos de investigação.
Nova proposta do PL 5582/2025, o PL Antifacção, traz avanços importantes ao propor instrumentos modernos para enfrentar o crime organizado, priorizando soluções técnicas para trazer avanços para a segurança pública.
Matéria especial do jornalista @rafapsoares.bsky.social sobre fuzis fantasmas com um levantamento exclusivo e algumas imagens coletadas pelo @soudapaz.bsky.social
Material e infografia tá com edição de 'colecionador'.
Pensando seriamente em enquadrar.
oglobo.globo.com/rio/noticia/...
Enquanto isso, iniciativas de caráter preventivo, voltadas ao diálogo, à mediação de conflitos e à saúde mental, ocupam papel secundário nas políticas públicas de prevenção.
Acesse o estudo no link: soudapaz.org/panoramaesco...
O estudo revela que várias dessas iniciativas não focaram em ações efetivas e se basearam principalmente na presença da polícia.
Até 2024, 67 iniciativas foram mapeadas com um total de 97 frentes de ações de tipo variado. Os estados do AM, CE, SP e MS apresentam algumas das melhores práticas.
Lançamos hoje o estudo Panorama Nacional de Iniciativas de Prevenção à Violência Escolar, com um levantamento inédito das respostas adotadas para prevenir esse tipo de violência.
O que é preciso para prevenir a violência nas escolas e como os estados têm atuado após diversos casos dos últimos anos?
Leia a nota no site: soudapaz.org/notarj
A vida de muitas mulheres pode ter um desfecho melhor e mais feliz se a prevenção e o controle de armas de fogo forem priorizados. Ao defender o controle de armas e ao cobrar do poder público medidas efetivas e boas práticas nessa área, você pode ajudar. #ValeTudo #PazNaPrática
Nas telas, o perfil das mulheres vitimadas não é tão diverso, mas, na vida real, as mulheres negras são as mais afetadas. Essa desigualdade não pode mais ser invisibilizada: é preciso olhar para os dados, ouvir essas vozes e cobrar políticas que protejam quem mais sofre com a violência de gênero.
Quantas histórias de ficção em que a violência armada esteve presente você conhece?
Falhas na transparência e nos registros de importação e exportação de armas agravam a violência na América Latina - o Brasil aparece como destaque negativo em ambos os fluxos. Leia novo artigo dos nossos parceiros do @smallarmssurvey.bsky.social
O levantamento é do Instituto Sou da Paz com dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP). Confira a matéria: www1.folha.uol.com.br/cotidiano/20...
Elas também reflete sobre os desafios do enfrentamento à violência de gênero no estado e sobre a importância de fortalecer políticas públicas de proteção às mulheres.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, Malu Pinheiro, pesquisadora do Instituto Sou da Paz, alerta que, apesar dos dados alarmantes, faltam respostas eficazes do governo de Tarcísio de Freitas.
São Paulo registrou 166 feminicídios até agosto, maior número da série histórica desde a criação da lei do feminicídio, em 2015.
Acesse a pesquisa e entenda qual é a situação do seu estado. Link na bio #ValeTudo #odeteroitman #Novela #PazNaPrática #OndeMoraImpunidade #homicídios #policiacivil #segurançapública
Esses números revelam a urgência do Estado brasileiro criar um indicador oficial de esclarecimento de homicídios, ferramenta essencial para monitorar o desempenho das instituições e orientar politicas públicas mais eficazes para reduzir os homicídios e a impunidade deste crime.
Já estados como Alagoas, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul não enviaram dados para o cálculo de seus indicadores, o que demonstra a falta de transparência e a dificuldade de monitorar o desempenho das investigações em seus territórios.
O país esclarece apenas 1 em cada 3 assassinatos, de acordo com o cálculo nacional, e em estados como Bahia (13%), Piauí (23%), Pernambuco (30%), São Paulo (31%) e Ceará (33%), a elucidação dos casos também está entre as mais baixas.
📺 Enquanto o mistério sobre a morte de Odete Roitiman volta para as telas, na realidade brasileira, descobrir quem cometeu um homicídio ainda é exceção, não regra.