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Notícias sobre agronegócio, agricultura, pecuária, cotações, sustentabilidade, previsão do tempo, como plantar, criar e fazer e o mundo do campo. [bridged from https://globorural.globo.com/ on the web: https://fed.brid.gy/web/globorural.globo.com ]

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Fundos do BTG antecipam 50% de parcela remanescente em sociedade com SLC Os fundos do BTG que fecharam acordo com a SLC Agrícola em um projeto de agricultura irrigada na Bahia adiantaram 50% da parcela remanescente, ou R$ 59,7 milhões. O pagamento ocorreu na quinta-feira (5/3). Os outros 50% da parcela remanescente serão pagos no dia 31 de outubro. Em comunicado, a SLC informou que o adiantamento “busca manter o ritmo acelerado das obras em andamento”. Em 2025, os fundos de investimento em participação (FIPs) do BTG já haviam pago R$ 913.783.148. O acordo previa um aporte total de R$ 1,033 bilhão. Com os aportes, os FIPs do BTG garantem participação de 49,99% em sociedades de propósito específico (SPE), enquanto a SLC ficaria com 50,01% ao aportar na SPE sua Fazenda Piratini, na Bahia, com infraestrutura de irrigação.
06.03.2026 22:19 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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UE aprova pré-listing para gelatina e colágeno do Brasil A União Europeia aprovou a habilitação por meio de pré-listing para estabelecimentos brasileiros exportadores de gelatina e colágeno. A medida foi negociada nesta semana durante reunião do Mecanismo Sanitário e Fitossanitário (SPS) entre Brasil e o bloco europeu. O pré-listing simplifica o processo de autorização para exportação desses produtos aos europeus, pois há aceitação pelos importadores das plantas indicadas pelo Brasil para enviar gelatina e colágeno para lá, sem necessidade de auditorias e habilitações individuais dessas unidades. Os produtos são utilizados em segmentos como alimentos, medicamentos e cosméticos e passam a contar com um caminho mais direto para acessar o mercado europeu. "A aprovação do pré-listing reforça a confiança da União Europeia nos controles sanitários adotados pelo Brasil nessa área", disse o Ministério da Agricultura, em nota. Participaram, pelo lado europeu, representantes da DG Santé e da DG Trade, áreas da Comissão Europeia responsáveis, respectivamente, por saúde e segurança dos alimentos e por comércio. Pelo lado brasileiro, estiveram presentes representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais e da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, além de representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O encontro faz parte do diálogo técnico mantido entre Brasil e União Europeia para tratar das regras sanitárias e fitossanitárias que envolvem o comércio de produtos agropecuários.
06.03.2026 20:51 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Produtores rurais relatam alta de R$ 1 no litro do diesel e pedem ao governo maior teor de biodiesel A guerra no Oriente Médio já gerou aumento do preço do óleo diesel nas bombas em até R$ 1 por litro em algumas regiões do Brasil, segundo relatos enviados por produtores rurais enviados à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Para tentar amenizar o impacto nos custos do combustível no campo e para demais consumidores, a entidade solicitou ao Ministério de Minas e Energia (MME) que seja aprovada a elevação do percentual de mistura obrigatória do biodiesel para 17%. Leia mais Indústria pressiona por aumento da mistura do biodiesel para 16% Be8 assume operação de unidade de biodiesel em Mato Grosso Como há perspectiva de safra recorde de soja no Brasil neste ano – principal matéria-prima para produção de biodiesel – e o país é importador de diesel, o aumento da mistura poderia reduzir eventuais impactos nos preços do combustível, a depender da extensão do conflito. Segundo a CNA, a cotação do grão em patamares mais baixos ajudaria a produção maior do biocombustível a custos menores. Em ofício encaminhado à Pasta nesta sexta-feira (6/3), a CNA pediu que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprove uma aceleração no cronograma da mistura do biocombustível. Em março, deveria ter entrado em vigor a adição de 16%, mas a medida ainda não foi aprovada pelo colegiado, pois testes para validação de percentuais mais altos só serão concluídos na metade do ano. Bruno Lucchi, diretor-técnico da CNA, disse que a guerra já gerou um impacto direto nos custos com o óleo diesel em momento de elevado consumo no campo, com tratos culturais em algumas lavouras, colheita e plantio de outras e a contratação de fretes para escoamento da produção. Ele relatou preocupação com um incremento tão rápido do preço nas bombas de alguns postos, principalmente em Goiás. “Tivemos informações de aumento de R$ 1 por litro na bomba em Goiás. Isso é desproporcional, ainda não houve tempo de internalizar esse incremento no preço do barril do petróleo”, afirmou à reportagem. “Acreditamos que vai ter aumento do diesel, mas não nessa magnitude e em curto espaço de tempo”, completou. A Lei do Combustível do Futuro (14.993/2024) estabeleceu a meta de mistura de 16% a partir de 1º de março. A legislação autoriza o CNPE a fixar o percentual obrigatório de adição de biodiesel entre 13% e 25%, desde que seja constatada a viabilidade técnica. O pedido de elevação no teor da mistura do biodiesel é baseado na experiência vivenciada com a guerra entre Rússia e Ucrânia, quando o diesel aumentou 23%, segundo Lucchi. “Vamos ter uma safra recorde no Brasil, o preço da soja está entre os menores neste momento. Então, não teria incremento negativo ao preço do produto e conseguiríamos minimizar um pouco os impactos do aumento internacional que deve chegar mais forte nas próximas semanas”, explicou. A CNA ainda não tem os cálculos de quanto o aumento de dois pontos percentuais na mistura do biodiesel ao diesel poderia significar em termos de redução do preço do produto final. “Esperamos que seja acatado para que haja redução no preço ao produtor rural e todos os consumidores de diesel do Brasil. Pode ajudar até a minimizar o aumento inflacionário para o país, pois o diesel impacta na logística de todo o país”, disse Lucchi. No ofício, ao qual a reportagem teve acesso, a CNA relata a alta de 20% nos preços do barril de petróleo desde o início da guerra e diz que o aumento da mistura antecipa eventuais impactos à população brasileira. “O avanço da mistura de biodiesel representa medida importante e sustentável para ampliar a oferta de combustível no mercado doméstico, reduzir pressões sobre os custos logísticos e fortalecer a segurança energética nacional”, diz o texto assinado pelo presidente da CNA, João Martins. O documento relata ainda que o atraso na implementação do B16 já reduz o potencial de amortecimento de crises oferecido pela cadeia de biocombustíveis. Consultado, o MME ainda não respondeu se o pleito será levado para votação na reunião do CNPE da próxima quinta-feira (12/3). Fertilizantes preocupam Outra preocupação da CNA é com a alta dos custos dos fertilizantes. O Brasil importa cerca de 18% da ureia usada nas lavouras do Irã e de Omã, disse Lucchi. Com o conflito instalado na região, a cotação do adubo já saltou 33% entre sexta-feira passada (27/2), um dia antes do início da guerra, e esta sexta-feira (6/3). O receio é que se repita o que ocorreu na pandemia e com a guerra entre Rússia e Ucrânia. “Os fertilizantes já tiveram preços aumentados nesses episódios e que não caíram para o mesmo patamar pré-pandemia, ao contrário das commodities agrícolas. É algo que preocupa, mas de certa forma a ureia já está sendo usada [para a segunda safra] e a boa parte do insumo para a próxima safra já foi comprado”, disse Lucchi. Segundo ele, as compras para o plantio de verão vão até junho. Cerca de 30% já foi negociado. A avaliação de momento é que é necessário esperar para saber a duração do conflito. “Teria prazo para decidir, não tem impacto direto agora. Se a guerra terminar logo, consegue amenizar esse incremento de custos”, apontou. A CNA tem monitorado diariamente a situação no Oriente Médio e possíveis reflexos aos produtores rurais. Há preocupação com a extensão do conflito. Isso porque o Brasil enviou 9 milhões de toneladas de milho ao Irã em 2025, cerca de 23% de todas as exportações no ano passado. “O que nos tranquiliza é que a maior parte dessas exportações ocorre a partir de agosto e setembro, com a colheita da segunda safra, até janeiro. Ou seja, não estaria no momento de exportar milho para lá”, afirmou Lucchi. O Brasil também exporta soja e açúcar, em menores proporções, para o Irã, foco inicial do conflito. Como a guerra se espalhou para países vizinhos, a preocupação cresceu, principalmente em relação às carnes. As notícias de que a indústria de frango, que tem a região como destino de 30% das suas exportações, tem conseguido encontrar rotas alternativas para não interromper os embarques tranquiliza o setor produtivo. “Quando falamos de Oriente Médio, 30% do frango brasileiro é exportado para essa região. O que temos ouvido da indústria frigorífica de frango, que é muito dinâmica, é que eles têm conseguido buscar rotas alternativas e que navios com alimentos têm tratamento diferenciado”, apontou Lucchi. Mesmo assim, ele reforçou que os custos logísticos aumentaram, e podem ter reflexo na ponta. “O custo logístico é o que vai impactar as exportações”, disse. Houve certo estranhamento da CNA com a informação divulgada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) nesta semana de que até 40% das vendas externas do setor poderiam ser afetadas de alguma maneira pela guerra, com impacto em 1 milhão de toneladas e até US$ 6 bilhões em negócios. A notícia mexeu com a cotação da arroba do boi aos pecuaristas. “As exportações de carne bovina para o Oriente Médio representam cerca de 6,8%. Não é rota da China, nem para México, Chile e Estados Unidos, que são grandes clientes. É um percentual pequeno, em que pese significativo, mas que precisaria de mais tempo para ter impacto no Brasil”, apontou Lucchi. “Já tivemos nessa semana uma queda no valor da arroba. Achamos um pouco estranho pelo curto espaço de tempo de um impacto tão grande, mesmo entendendo que os custos logísticos vão aumentar”, completou.
06.03.2026 20:51 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Clima, geopolítica e ajustes técnicos fazem trigo subir 5% em Chicago O trigo liderou a alta dos grãos negociados na bolsa de Chicago e fechou a sexta-feira (6/3) com preços em forte alta. Os contratos com entrega para maio subiram 5,65%, a US$ 6,1675 o bushel, o maior valor desde fevereiro de 2025, segundo o Valor Data. Em boletim, Élcio Bento, analista da Safras & Mercado, destaca que uma soma de fatores ajuda a entender a elevação do trigo em Chicago. A primeira preocupação se dá com o clima, especialmente nas regiões produtoras americanas de trigo de inverno conhecidas como as Grandes Planícies. Segundo Bento, o déficit hídrico em fases sensíveis do desenvolvimento da cultura aumentam o prêmio de risco embutido nos contratos futuros do cereal. “Mesmo sem confirmação de perdas, a possibilidade de redução de produtividade já é suficiente para estimular movimentos de proteção por parte de compradores e fundos. Ao mesmo tempo, eventos climáticos adversos em outras regiões produtoras, como Europa e Mar Negro, reforçam as preocupações com a oferta global”, destacou o analista. Ainda de acordo com ele, chama a atenção dos investidores a notícia de que a Rússia – maior exportador de trigo do mundo – estaria fornecendo inteligência ao Irã sobre a localização de ativos militares dos Estados Unidos no Oriente Médio, incluindo posições de navios e aeronaves, o que poderia auxiliar Teerã a selecionar alvos em eventuais ataques. “Embora o envolvimento russo ainda não esteja totalmente confirmado, a proximidade do maior exportador de trigo ao conflito no Oriente Médio, gera nervosismo no mercado do cereal. Ele costuma antecipar esses riscos, incorporando prêmios antes mesmo de alterações concretas nos embarques”, pontuou Bento. Por fim, o analista da Safras também comenta a continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, dois importantes fornecedores globais de trigo, e ainda ajustes técnicos como fatores que favorecem a formação de preços mais altos para o cereal no cenário externo. Soja A soja também registrou preços mais altos em Chicago, impactada por fatores geopolíticos e macroeconômicos. Os contratos com vencimento em maio fecharam em alta de 1,84%, a US$ 12,0075 o bushel. Acima dos US$ 12 o bushel, a soja chegou atingiu hoje o maior valor desde maio de 2024. Segundo análise da Royal Rural, como o petróleo ainda segue valorizado, a soja se mantém em patamares elevados. O fóssil mais caro costuma puxar a alta dos preços dos óleos vegetais, e fez o óleo de soja subir mais de 3% hoje, ajudando no fechamento do grão. No campo da macroeconomia, a consultoria disse que os dados de empregos nos EUA divulgados hoje indicam que o corte de juros no país pode acontecer antes do esperado. “Normalmente, quando caem os juros, o preço sobe Chicago, porque enfraquece o dólar e torna os produtos americanos mais competitivos”, disse a Royal, em nota. Milho O milho fechou a sessão na bolsa de Chicago com preços em alta. Os contratos para maio subiram 1,54%, para US$ 4,6050 o bushel.
06.03.2026 20:14 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Ciclone extratropical e frente fria devem trazer chuvas fortes e derrubar temperaturas A formação de um ciclone extratropical associada ao avanço de uma nova frente fria deve provocar mudanças no tempo em várias regiões do Brasil nos próximos dias. O sistema, considerado mais intenso que o normal para esta época do ano, tende a aumentar a chuva e reduzir as temperaturas principalmente no Sul e no Sudeste, aponta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Logo no início do fim de semana, a frente fria avança pelo Sul do país e começa a provocar aumento da nebulosidade e das precipitações. A tendência é de que o calor diminua gradualmente nessas regiões e que o padrão de tempo mais instável se estenda ao longo da próxima semana. Sul A frente fria chega primeiro ao Sul, provocando aumento das nuvens e pancadas de chuva. Em várias áreas, as precipitações podem ocorrer com moderada a forte intensidade, acompanhadas de raios e rajadas de vento. Esse ciclone fez com que o Inmet emitisse um alerta para ventos costeiros em todo litoral do Sul, com rajadas que podem passar de 80 km/h. +Veja previsão para sua cidade A passagem do sistema também favorece a entrada de uma massa de ar mais frio, o que deve provocar queda nas temperaturas já neste fim de semana. Com isso, o tempo tende a ficar mais ameno nos três Estados da região. As máximas não passam de 25ºC em todas as capitais. Sudeste No Sudeste, a frente fria avança e reforça as instabilidades no domingo (8/3), principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro e no centro-sul de Minas Gerais. Nessas áreas, a previsão indica pancadas fortes e risco de volumes elevados de chuva, com acumulados que podem chegar a 100 mm. Há atenção especial para o litoral paulista, para todo o Rio de Janeiro e para a Zona da Mata mineira, onde os acumulados podem ser mais significativos. O mar também deve ficar bastante agitado ao longo da costa. Além da chuva, a chegada de uma massa de ar frio contribui para a queda das temperaturas no Sul e em São Paulo, mantendo as máximas abaixo de 27 °C em várias capitais mesmo nos períodos mais quentes do dia. Centro-Oeste Parte da umidade associada à frente fria também alcança o Centro-Oeste. Embora o ar frio não avance com a mesma intensidade, a atmosfera mais carregada favorece a formação de nuvens de chuva. A previsão indica pancadas fortes e risco de temporais em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e no interior de Goiás, com possibilidade de raios e rajadas de vento em alguns momentos. Nordeste No Nordeste, as instabilidades também continuam presentes em parte da região, causadas por uma Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Os principais alertas são para o oeste da Bahia, além de Maranhão e Piauí, onde há previsão de pancadas de chuva mais intensas. Nas demais áreas, o tempo segue quente e com chuva mais irregular, típica do período. Norte Na região Norte, o período atual corresponde ao chamado inverno amazônico, fase mais chuvosa do ano, que normalmente vai de dezembro a maio e concentra grande parte do volume anual de precipitações. Nos próximos dias, a previsão indica chuva forte no norte do Pará, no Amazonas e no Acre. Mesmo com as pancadas frequentes, as temperaturas continuam elevadas e o tempo segue abafado, com máximas que passam de 33ºC.
06.03.2026 20:04 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Açúcar acompanha valorização do petróleo e avança em Nova York O açúcar foi o grande destaque entre as “soft commodities” negociadas na bolsa de Nova York, e registrou forte alta após “pegar carona” na escalada do petróleo. Na sessão desta sexta-feira (6/3), os contratos do demerara para maio avançaram 2,90%, a 14,19 centavos de dólar a libra-peso. No fechamento desta sexta, o barril de petróleo Brent, usado como referência global, subiu mais de 8%, influenciado pelas incertezas em torno da guerra no Oriente Médio. Marcelo Filho, analista de inteligência de mercado da StoneX, lembrou que a valorização do petróleo geralmente puxa a alta de outras commodities no mercado acionário. Além disso, o fóssil tem relação direta com as negociações do açúcar. “Com o petróleo mais caro, podemos esperar ajustes nos valores da gasolina, que deve subir e puxar o etanol”, disse. No Brasil, quando a gasolina sobe de preço, o etanol costuma ganhar mais competitividade, o que pode levar usinas a direcionarem sua matéria-prima para a produção do biocombustível. Esse cenário tende a reduzir a oferta de açúcar no país, que é o maior exportador mundial. De acordo com o analista, os fundamentos atuais, como a valorização do petróleo e a queda no mix açucareiro, deveriam provocar novas altas para o açúcar em Nova York. Contudo, investidores também estão atentos na relação entre oferta e demanda. “A guerra gera incertezas sobre a logística do açúcar bruto exportado pelo Brasil ao Oriente Médio. As importações de grandes compradorestambém estão bem lentas, e a demanda no físico não tem gerado efeito nos preços. Os fundos especuladores têm força para sustentar um rally de alta, mas como as expectativas de produção ainda são relativamente estáveis em relação ao ano passado, eles preferem manter as posições vendidas na bolsa”, destacou o analista. Cacau O cacau também fechou com preços em forte alta no último pregão da semana. Os lotes com vencimento em maio subiram 5,73%, a US$ 3.230 a tonelada. A movimentação está relacionada com ajustes técnicos, com investidores aproveitando as mínimas de mais de dois anos para reajustar posições na bolsa. Café O preço do café fechou a sessão na bolsa de Nova York com preços em alta. Os lotes do arábica para maio subiram 1,56%, a US$ 2,9330 a libra-peso. Suco de laranja O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) despencou na sessão desta sexta. Os lotes para maio fecharam em baixa de 4,93%, a US$ 1,8025 a libra-peso. Algodão Nos negócios do algodão na bolsa de Nova York, os lotes para maio registraram alta de 0,25%, cotados a 64,20 centavos de dólar por libra-peso.
06.03.2026 19:39 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Mosaic aprova pagamento de dividendos para acionistas e detentores de BDRs A B3 informou que a fornecedora de fertilizantes The Mosaic Company aprovou, na quinta-feira (5/3) o pagamento de dividendos no valor de US$ 0,22 por ação, o que, considerando a taxa de câmbio de R$ 5,2447 por dólar, corresponde a um valor prévio de R$ 0,130079687 por BDR (Brazilian Depositary Receipts) relacionado às ações da Mosaic no exterior. O Banco B3 é o depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da Mosaic. Conforme o comunicado da B3, os titulares de BDRs da empresa receberão os dividendos no dia 19 de maio deste ano. O valor informado já está deduzido de 30% de Imposto de Renda, 0,38% de IOF e 3% referente a tarifa cobrada pelo Banco B3, segundo o comunicado.
06.03.2026 19:36 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Liderança brasileira: carne bovina é destaque na edição de março da Globo Rural A edição de março da revista Globo Rural tem como grande destaque a carne bovina. O Brasil é considerado 'o país da carne', por ser o maior produtor e exportador do produto no mundo, e segue trabalhando para sustentar a liderança global e a rentabilidade no campo. A reportagem foi escrita por Danton Boatini Júnior e Eliane Silva. Outro destaque é a matéria especial sobre cannabis, escrita por Paulo Santos, direto da Paraíba. Em "Da terra ao tratamento", o repórter contou como é o trabalho na maior fazenda de produção da planta para fins medicinais do país – atividade que acaba de receber autorização da Anvisa. Duas reportagens especiais foram escritas por Marcelo Beledeli. Uma delas ressalta uma temática que ainda é um tabu para muitos produtores rurais: a saúde mental. Em "Quando a mente pede ajuda", é abordado como iniciativas recentes têm ajudado a população do campo a buscar auxílio. Já a outra aprofunda o leitor ao universo das agroflorestas. A matéria conta sobre uma iniciativa que ajuda produtores na recuperação de áreas devastadas pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul. Também nesta edição, Carolina Mainardes conta as principais novidades da 38ª edição do Show Rural Coopavel, em Cascavel, no oeste do Paraná. Show Rural Coopavel 2026, em Cascavel, no oeste do Paraná Rodrigo Memlak Leia sobre a edição anterior Proteína de três recordes: 'o salto do ovo' é destaque na edição de fevereiro da Globo Rural Ovo brasileiro alcança novo patamar com recordes de produção, consumo e exportação Na entrevista do mês, a Globo Rural conversou com Ulrich Köpke, pesquisador alemão e presidente da Sociedade Internacional de Pesquisa em Agricultura Orgânica (Isofar, na sigla em inglês) sobre agricultura e ciência. Para ele, o conhecimento científico é um dos grandes trunfos do país na busca por espaço na agricultura orgânica. Ulrich Köpke, pesquisador alemão C.H. Koepke Na seção #TôNaGR, a estagiária Vitória Pitanga conta a história de Cíntia de Jesus Machado Fonseca, uma jovem de 19 anos que decidiu seguir no campo, diversificando a produção da propriedade da família em Santana do Garambéu. Na propriedade, o destaque é a bananicultura incentivada pelo projeto “Futuro no Campo”, e o plano é que a área seja referência de cultivo agroecológico. Cíntia de Jesus Machado Fonseca, na propriedade da família, localizada na Comunidade Pedra Negra, em Santana do Garambéu Arquivo Pessoal
06.03.2026 18:27 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Safra de trigo em São Paulo deve ter redução de área em 2026 O plantio de trigo no Estado de São Paulo deve registrar uma retração de área na próxima safra, reflexo direto de um mercado global com oferta ampla e preços reduzidos. Os relatos das cooperativas confirmam que o fator financeiro e a janela climática são os principais entraves para 2026. Na Capal Cooperativa Agroindustrial, a estimativa é de uma queda de 20% na área de trigo em relação ao ciclo anterior. O coordenador Técnico Airton Rodrigues pontuou que o desânimo do produtor é real. "A parte financeira precisa andar junto com a qualidade para o plantio ser viável. O produtor enfrenta riscos de clima e granizo, e precisa de segurança no campo para investir". A Cooperativa Castrolanda também reportou uma redução drástica nas áreas de inverno, com o trigo recuando de 5.700 para 4.590 hectares. Segundo o consultor agrícola Jeandro Oliveira, o atraso na colheita da soja impactou diretamente o cronograma. "O produtor acaba entrando na safra de inverno já negativado financeiramente, o que dificulta a manutenção das áreas", explicou. A apresentação da Cooperativa Holambra demonstrou ainda que o cenário é de maior estabilidade, com previsão de manter os 25 mil hectares de 2025, mas que a cevada surge como uma concorrente de peso, saltando de 2 mil para 5 mil hectares este ano. No caso da Ourosafra, o alerta foi para o impacto geopolítico nos custos de produção, especialmente nos fertilizantes nitrogenados e combustíveis. No caso da Cooperativa Agrícola de Capão Bonito, o ciclo da soja alongou 30 dias, fazendo com que muitos produtores preferissem arriscar no milho safrinha tardio em vez de migrar para o trigo. "Ainda assim, a eficiência de plantio pós-soja é impressionante, com semeadura ocorrendo em até 24 horas após a colheita. Prevemos manter os 4 mil hectares do ano passado", concluiu o engenheiro agrônomo Nelio Uemura. Initial plugin text A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a área total do cereal para 2026 em 2,3 milhões de hectares, 5,2% abaixo da safra anterior. A análise de conjuntura feita pelo analista da StoneX, Jonathan Pinheiro, reforçou que o mercado mundial vive um período de oferta farta, com produções recordes na Argentina e estoques de passagem confortáveis. O especialista explicou que o trigo argentino continua extremamente competitivo, inclusive ganhando mercados inéditos como a China e mantendo forte presença na Indonésia, Vietnã e Bangladesh. "A Argentina tem hoje praticamente um ano inteiro de consumo dentro de casa. Com essa oferta elevada, é difícil falar em preços mais altos no Brasil, o que acaba desestimulando o nosso produtor a investir em área", detalhou Pinheiro.
06.03.2026 17:46 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Produtores devem ter cautela na compra de fertilizantes, diz Aprosoja A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) divulgou um comunicado nesta sexta-feira (6/3) em que orienta os agricultores a terem cautela na compra de fertilizantes, tendo em vista o conflito em andamento no Oriente Médio. Segundo a entidade, "o cenário atual não justifica uma corrida imediata para antecipar compras, especialmente por parte de produtores que não têm necessidade operacional ou financeira de travar custos agora". A avaliação técnica feita pela associação é de que os preços "ainda não refletem um choque estrutural", diferente do que foi observado em conflitos anteriores, quando houve interrupção direta de oferta e explosão de custos. Segundo a Aprosoja Brasil, a demanda global está moderada, o que reduz a pressão sobre os preços internacionais. A entidade também alerta que o excesso de compras agora pode "levar à ação de oportunistas e fazer os preços subirem mais". A antecipação das compras, de acordo com a entidade, pode ser considerada nos casos em que há necessidade real de garantir disponibilidade; quando a compra melhora a previsibilidade de margem; quando o produtor tem condições financeiras favoráveis e nos casos em que o risco de alta supera claramente o risco de correção. “Portanto, não é o momento de antecipar compras de fertilizantes sem necessidade técnica ou financeira. A decisão deve ser racional, baseada em viabilidade, planejamento e análise de margem e não em pânico de mercado”, defende o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon.
06.03.2026 17:42 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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MBRF assina acordo para afastar gestantes de área com ruído excessivo após casos de aborto A matéria foi alterada para incluir o posicionamento da empresa. A MBRF assinou, na quarta-feira (4/3), um acordo com o Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) para afastar imediatamente as trabalhadoras gestantes da planta de Lucas do Rio Verde (MT) de ambientes com excesso de ruído. O compromisso ocorre após a empresa ser alvo de uma ação depois de ter registrado 144 casos de aborto ou ameaça de aborto na unidade entre 2019 e 2025. As grávidas que hoje estão expostas a níveis de ruído iguais ou superiores a 80 decibéis deverão ser realocadas para setores com exposição comprovadamente inferior a esse limite, sem qualquer redução de remuneração, benefícios ou direitos trabalhistas. Os casos de aborto entre as funcionárias grávidas da MBRF em Lucas do Rio Verde foram levantados após o caso de uma funcionária venezuelana gestante que estava grávida de oito meses de gêmeos e perdeu seus dois bebês em um ponto de ônibus na portaria da unidade, sem receber o atendimento adequado. Segundo a própria MBRF informou ao MPT, a unidade em Mato Grosso empregava, até 1 de dezembro, 74 mulheres grávidas, das quais 55 estavam em atividade e as demais, afastadas pelo INSS. Leia também Parceria com DistriBoi, de Rondônia, abre caminho para Frigol exportar para os EUA Grupo da Colômbia compra operações da Agropalma no Pará Vendas de divisão agrícola da Bayer caem 2,9% em 2025 Pelo acordo firmado com o MPT, a empresa comprometeu-se a implementar programa específico de gestão em saúde para gestantes, incluindo a busca ativa para identificação do estado gestacional, avaliação imediata dos riscos do posto de trabalho, realocação obrigatória diante de qualquer agente nocivo não neutralizado, acompanhamento médico multidisciplinar durante todo o período gestacional e capacitação contínua de lideranças. O acordo também prevê a implementação de Protocolo Específico de Atendimento a gestantes, com fluxogramas visíveis em todos os setores, atendimento presencial obrigatório por médico ou enfermeiro do trabalho antes de qualquer liberação e fornecimento de veículo exclusivo para transporte emergencial com disponibilidade de 24 horas por dia, em todos os turnos. A disponibilização de veículo de emergência, com equipamentos básicos de primeiros socorros e comunicação direta com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) também representa um compromisso institucional com a urgência de casos envolvendo gestantes. O descumprimento injustificado de cláusulas resultará em multa de R$ 50 mil por irregularidade constatada, além de R$ 20 mil por trabalhadora prejudicada. Os valores devem ser revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou ao Fundo de Direitos Difusos (FDD). Outro lado Em nota, a MBRF disse que "segue rigorosamente a legislação vigente" e "fornece e garante o uso de EPIs certificados pelo Ministério do Trabalho". Leia a nota na íntegra: A MBRF informa que segue rigorosamente a legislação vigente e reitera seu compromisso com a saúde e segurança dos seus profissionais. Sobre exposição a ruídos, fornece e garante o uso de EPIs certificados pelo Ministério do Trabalho. De acordo com avaliação médica e com os atestados apresentados, não foi identificada correlação entre os casos citados no processo e as atividades desempenhadas. A empresa ainda irá apresentar a sua defesa na referida ação e reforça que possui um programa estruturado de acompanhamento às gestantes, desde 2017, com suporte médico, adequações de função de acordo com a etapa gestacional e monitoramento contínuo, a iniciativa já acompanhou mais de 13 mil colaboradoras.
05.03.2026 22:38 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Lucro líquido da 3 tentos subiu 6,9% em 2025, para R$ 808,7 milhões A 3tentos, que opera na comercialização de grãos e insumos agrícolas, processamento de grãos e produção de biocombustíveis, registrou em 2025 um lucro líquido de R$ 808,7 milhões, alta de 6,9% em relação a 2024 e recorde histórico. O resultado reflete um aumento de 28,1% da receita operacional líquida, que alcançou R$ 16,4 bilhões no ano passado, bem como crescimentos nos lucros das divisões de insumos e de grãos. No segmento de insumos, a receita líquida cresceu 20,9% no ano passado, para R$ 3,4 bilhões, enquanto o lucro bruto da divisão aumentou em proporção maior, em 35,2%, para R$ 687,1 milhões. A margem bruta, consequentemente, cresceu, de 18% em 2024 para 20,2% no ano passado. Segundo o CEO e fundador da 3tentos, João Marcelo Dumoncel, o resultado positivo — que diverge do de outras grandes redes de distribuição de insumos agrícolas, como AgroGalaxy e Lavoro, em dificuldades financeiras - é reflexo de uma soma de fatores, incluindo o fato de a companhia poder vender insumos agrícolas em operações de barter (troca de grão pelo insumo) cujos grãos serão utilizados por suas próprias indústrias. Isso, diz o CEO, dá à empresa maior competitividade, inclusive logística, para remunerar o grão e vender pacotes de insumos com produtos de maior margem de lucro, como biológicos, por exemplo. “Nós conseguimos entregar soluções completas, com sementes, proteção de cultivos, fertilizantes, biológicos, nutrição foliar, que ajudam na margem”, explicou. O segmento de grãos também teve bom desempenho, com receita e lucro bruto crescendo praticamente na mesma proporção, 60,7% e 59,7%, respectivamente. A receita líquida com a venda de grãos, ao fim de 2025, atingiu R$ 5,2 bilhões, enquanto o lucro bruto chegou a R$ 548,3 milhões. O crescimento dos segmentos de grãos e de insumos também reflete a ampliação da presença da 3tentos no país. No ano passado, a empresa abriu três lojas, em São Vicente do Sul (RS), Água Boa (MT) e Canarana (MT), chegando a um total de 73 lojas, sendo 59 no Rio Grande do Sul e 14 no Mato Grosso. Investimento Em 2025, a companhia fez seu maior investimento (Capex) anual, R$ 1,7 bilhão, direcionado não só à abertura de lojas como também à expansão da capacidade de processamento de soja e produção de biodiesel. Com as ampliações das plantas processadoras de soja de Cruz Alta (RS) e de Vera (MT) e da unidade produtora de biodiesel de Ijuí (RS), quase concluídas, a empresa poderá processar até 10,8 mil toneladas de soja por dia, 64% mais do que antes das obras, e produzir volume de biodiesel até 67% maior, ou 3 mil metros cúbicos por dia no limite da capacidade. A empresa também anunciou, em dezembro, a instalação de uma segunda indústria de etanol em Redenção (PA), além da entrada em quatro novos Estados — Pará, Tocantins, Goiás e Minas Gerais — com previsão de abertura de até dez lojas em 2026. “A expansão geográfica e industrial que realizamos em 2025 nos posiciona em um novo patamar”, destacou Dumoncel em comunicado. O segmento da indústria — que abrange resultados das unidades processadoras de soja e milho e de produção de biodiesel e etanol — contribuiu com a maior parcela da receita líquida, R$ 7,8 bilhões, avanço de 15,3% em comparação a 2024. Já o lucro bruto da área ficou praticamente estagnado (-0,2%), em R$ 1,3 bilhão, o que levou a uma redução da margem bruta de 19,5% para 16,8% entre 2024 e 2025. Segundo o CEO, o menor lucro no segmento se deve principalmente aos prêmios mais altos pagos por importadores chineses pela soja brasileira, que elevaram os preços do grão comprado para processamento, sem a mesma contrapartida nos prêmios pagos pelo óleo de soja e pelo biodiesel. “Trabalhamos com prêmios muito altos no ano passado, principalmente para a soja, por causa da guerra comercial entre China e Estados Unidos. Neste ano, a China voltou a comprar soja americana, então a situação dos prêmios se normalizou um pouco”, disse Dumoncel em entrevista. “Isso é positivo para a empresa, por causa dos custos para a indústria”, acrescentou. Initial plugin text A empresa reportou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 658,4 milhões em 2025, 50,9% menor do que no ano anterior. A 3tentos também declarou Ebitda ajustado com hedge, que inclui o valor líquido de receitas e despesas com derivativos, de R$ 1,024 bilhão, 2,3% superior ao de 2024. Ao fim de 2025, a dívida líquida da companhia somava R$ 1,6 bilhão, reflexo principalmente dos investimentos feitos no ano. A alavancagem, medida pela dívida líquida em relação ao Ebitda ajustado (incluindo valor líquido de receitas e despesas com derivativos), permaneceu em 1,56 vez, segundo a empresa. Quarto trimestre No quarto trimestre, a 3tentos registrou receita operacional líquida de R$ 4,4 bilhões, 13,3% maior do que em igual período de 2024. O lucro líquido contabilizado nos últimos três meses do ano somou R$ 82,4 milhões, 39,4% menor do que um ano antes. O Ebitda atingiu R$ 129,5 milhões, queda de 64,6%. Já o Ebitda ajustado com hedge atingiu R$ 236,7 milhões, 41,2% inferior ao do último intervalo de três meses de 2024. O segmento que mais cresceu no trimestre foi o de grãos, em 34,1%, para R$ 1,23 bilhão. Os segmentos de insumos e indústria também tiveram incrementos de receita no período, de 7,2% e 6,6%, respectivamente. Quanto ao lucro bruto, houve crescimento de 26,4% no setor de insumos, para R$ 304,5 milhões no quarto trimestre. O lucro do segmento de grãos aumentou 10,9%, para R$ 131,5 milhões, enquanto o da indústria caiu 40,3%, para R$ 220,1 milhões.
05.03.2026 22:22 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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CTC lança duas variedade de cana com foco em maior produtividade O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) anunciou nesta quinta (5/3), durante evento em Ribeirão Preto (SP), o lançamento de duas variedades de cana-de-açúcar com foco em um potencial produtivo maior: a CTC Advana2 e a Tecna3902. A necessidade de aumento de produtividade da planta com melhoramento genético e manejo aprimorado foi o foco do evento diante da queda de preços do açúcar neste ano após três anos de boas margens no setor. A variedade mais esperada pelo mercado era a Advana 2. Essa foi desenvolvida para plantio em ambientes mais restritivos em toda a região Centro-Sul. Segundo o CEO do CTC, César Barros, a cultivar oferece uma produtividade acima de 100 toneladas de cana por hectare, 10% maior na comparação com os melhores materiais disponíveis no mercado. É indicada para colheita entre maio e setembro e tem um mercado potencial na região Centro-Sul de 4 milhões de hectares. Henrique Mattosinho, gerente de desenvolvimento de mercado do CTC, disse que a Advana2 estabelece um novo patamar de produtividade em ambientes de mais restrição de plantio, tem ATR (Açúcares Totais Recuperáveis) bem superior às principais variedades disponíveis para essas áreas mais difíceis e curva de maturação bastante competitiva. Outra vantagem da cultivar, diz, é a excelente sanidade, que reduz de 10% a 15% as perdas no campo. Nos ensaios comparativos realizados, afirma Mattosinho, a variedade teve 87% de vitória frente aos principais padrões do mercado. A nova variedade vem na esteira da Advana 1, lançada no ano passado para ambientes mais favoráveis, que no seu primeiro ano já bateu o recorde de adoção de cultivares da empresa com 204 usinas. O recorde anterior era o da CTC 2023, que teve 140 usuários em seu ano de estreia. A Tecna3902, da série regionalizada desenvolvida pelo CTC, é indicada para ambientes de intermediários a favoráveis nas regiões de Ribeirão Preto, Piracicaba, São Carlos e Assis. A recomendação de manejo é de abril a agosto, com produtividade de 115 toneladas de TCH (toneladas de cana por hectare) e ganho médio de uma tonelada a mais por hectare na comparação com as melhores genéticas no mercado. Initial plugin text Cana-semente O CEO informou que o projeto mais disruptivo do CTC, o de desenvolvimento de sementes sintéticas de cana, tem avançado em ritmo acelerado, com mais de 25 experimentos desenvolvidos em um ano. Já foram plantados 20 hectares com as sementes e, em abril, deve ser inaugurada a planta demonstrativa que está sendo construída na área da sede do CTC em Piracicaba (SP). O investimento no prédio é de R$ 100 milhões. Junto com a construção e o desenvolvimento da semente, estão sendo validadas plantadeiras em parceria com várias indústrias de máquinas agrícolas. “Em pesquisas e desenvolvimento do projeto, o CTC investiu mais de R$ 1 bilhão nos últimos dez anos”, diz Barros. Outro projeto que tem evoluído muito, segundo o CEO, é o da plataforma de biotecnologia CTC VerdPRO2, primeira cana transgênica aprovada no mundo, que combina resistência à broca-da-cana, praga presente em 100% dos canaviais e responsável por perdas de até R$ 8 bilhões por ano, com mais tolerância a herbicidas. O primeiro de uma série de 14 produtos já foi submetido ao CNTBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança). A expectativa é lançar a primeira cana transgênica no final desta safra. Uma terceira geração já está em desenvolvimento para agregar também a proteção ao bicudo, outra praga que gera perdas no canavial que variam de 20 a 30 toneladas por hectare ao ano.
05.03.2026 21:25 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Yara inaugura centro de distribuição no Rio Grande do Sul A Yara Brasil inaugurou nesta quinta-feira (5/3) o novo centro de distribuição da unidade de Cruz Alta, no Noroeste do Rio Grande do Sul. A nova estrutura é capaz de operar anualmente 100 mil toneladas de fertilizantes - o equivalente a quase 20 caminhões carregados por dia -, além da capacidade estática de 16 mil toneladas em big bags. “A nova estrutura permitirá maior segurança no armazenamento, eficiência operacional e redução de gargalos logísticos, atendendo melhor e com mais qualidade os produtores da região", disse o diretor de Operações da Regional Sul e Cerrado da Yara, Lucas Elizalde. O armazém será dedicado exclusivamente ao portfólio de alta tecnologia da companhia, como as linhas YaraBasa, incluindo YaraBasa FULL, YaraMila e YaraBela. Dez novos postos de trabalho diretos foram abertos.
05.03.2026 21:12 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Frente fria deve causar temporais no Sul nesta sexta-feira Uma frente fria atinge o Sul do país nesta sexta-feira (6/3), levando chuvas para a região e parte do Sudeste ao longo do dia. As chuvas fortes acontecem, principalmente, no norte e no interior gaúcho, oeste de Santa Catarina e no sul do Paraná, com alerta emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Ainda assim, o dia é de bastante calor em todas as capitais sulistas, com máximas acima de 30°C, com tempo seco ao leste da região. No Sudeste, a chuva ocorre em todo o Estado de São Paulo, na metade oeste e sul de Minas Gerais e na serra fluminense. As temperaturas seguem elevadas em toda a região, e as rajadas de vento chegam a 50 km/h no litoral paulista, segundo o Climatempo. O Centro-Oeste tem chuvas mais isoladas, nas metades norte de Mato Grosso e Goiás. Já no Mato Grosso do Sul, a atenção é para o tempo seco, a umidade relativa do ar fica abaixo de 20% nas horas mais quentes do dia e os termômetros podem passar de 33°C em Campo Grande. + Veja previsão para sua cidade As chuvas continuam constantes no Nordeste devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) na região. As precipitações são mais intensas no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com acumulados de até 100 mm no norte do Maranhão. No Norte, a ZCIT estimula chuvas fortes o dia todo no Tocantins, Pará, oeste do Amazonas, Amapá e Acre, com tempo abafado em toda a região.
05.03.2026 20:17 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Alta do petróleo dá impulso aos preços da soja e milho em Chicago A guerra no Oriente Médio segue pressionado para cima os preços do petróleo, que por sua vez arrasta a valorização da soja e também do milho na bolsa de Chicago. Nesta quinta-feira (5/3), os contratos da oleaginosa com vencimento em maio fecharam em alta de 0,83%, a US$ 11,7925 o bushel. O petróleo subiu mais de 4% nesta quinta-feira, com o mercado atento aos desdobramentos do conflito, como o fechamento do Estreito de Ormuz. O fóssil mais caro costuma puxar a alta dos preços dos óleos vegetais, e fez o óleo de soja subir mais de 3% hoje, ajudando no fechamento do grão. Segundo Ronaldo Fernandes, analista da Royal Rural, a guerra no Oriente Médio pode fazer os preços caírem, como aconteceu nesta quarta (4), com o sentimento de aversão ao risco crescendo entre os investidores. Mas ela também tem o efeito contrário, principalmente ao considerar as variações do petróleo. "O petróleo, em conjunto com o dólar, virou ativo de segurança nesse momento de instabilidade geopolítica. Enquanto a gente tiver o estreio [de Ormuz] fechado e a China ainda manter alguma presença nas compras de soja dos EUA, Chicago pode subir. Isso, no entanto, não é uma tendência", disse. Milho O milho fechou a sessão com preços em forte alta. Os contratos para maio subiram 2,20%, para US$ 4,5350 o bushel. De acordo com Ronaldo Fernandes, da Royal Rural, além do petróleo, o fechamento do Estreito de Ormuz também traz reflexos para o milho negociado na bolsa. "Quarenta e cinco por cento dos nitrogenados passam pelo estreito. Esse é um insumo muito importante para o milho de regiões como os EUA e a Europa. Acontece que alguns produtores ainda não efetuaram as compras do produto, e isso pode ter aumento no custo de produção lá na frente", pontuou Fernandes. O milho também avaçou após dados robustos de demanda pelo cereal americanos. As vendas líquidas alcançaram 2 milhões de toneladas na semana encerrada em 26 de fevereiro. Na semana imediatamente anterior, o volume negociado foi de 685,8 mil toneladas, segundo dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Trigo O trigo avançou na bolsa de Chicago devido à continuidade das más condições para as lavouras de inverno nos Estados Unidos. Os contratos com entrega para maio fecharam em alta de 2,73%, a US$ 5,8375 o bushel. As regiões das Grandes Planícies, maior região produtora de trigo nos EUA, segue sob estresse climático, com chuvas abaixo do ideal. Nesse sentido, o Departamento de Agricultura dos EUA disse que 56% das áreas do cereal de inverno.
05.03.2026 19:59 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Cacau recua em NY diante de nova política de preços na Costa do Marfim O preço do cacau voltou a registrar baixa na bolsa de Nova York em meio a notícias favoráveis para o principal produtor da amêndoa no mundo, a Costa do Marfim. Nesta quinta-feira (5/3), os lotes com vencimento em maio caíram 0,16%, a US$ 3.055 a tonelada. Após pressão de grande parte dos compradores internacionais, o governo da Costa do Marfim reduziu o preço mínimo pago ao produtor. O valor foi fixado em 1.200 francos CFA por quilo, equivalente a cerca de US$ 2, representando queda próxima de 60% em relação ao valor anterior, informou o site Mercado do Cacau. Segundo a publicação, a variação da amêndoa nos últimos anos, que passou de US$ 12 mil para os patamares atuais na casa das US$ 3 mil a tonelada, tornou o cacau marfinense muito mais caro que os preços praticados no mercado internacional. Esse cenário dificultou as exportações e a ainda diminuiu o interesse dos compradores, resultando em acúmulo dos estoques nos portos da Costa do Marfim. “Nos últimos meses, exportadores vinham postergando compras de cacau marfinense, uma vez que o preço interno estava muito acima do valor praticado no mercado internacional. Em alguns casos, compradores chegaram a oferecer valores menores em troca de pagamento imediato, segundo fontes do setor”, disse o site Mercado do Cacau. Café O preço do café registrou leve alta na bolsa de Nova York. Os lotes do arábica para maio fecharam em subiram 0,89%, a US$ 2,8880 a libra-peso. Suco de laranja Após duas altas consecutivas, o suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) se desvalorizou. Os lotes para maio fecharam em baixa de 2,27%, a US$ 1,8960 a libra-peso. Açúcar O açúcar fechou a sessão em Nova York com preços praticamente estáveis. Os papéis do demerara para maio recuaram 0,07%, a 13,72 centavos de dólar a libra-peso. Algodão Nos negócios do algodão na bolsa americana, os lotes para maio registraram queda de 0,19%, cotados a 64,04 centavos de dólar por libra-peso.
05.03.2026 19:38 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Navios com açúcar ‘param no meio do caminho’ e completam rota por terra no Oriente Médio Algumas embarcações que estão levando açúcar do Brasil para o Oriente Médio estão parando em portos mais próximos e completando o caminho por terra, segundo relato de trader consultado pelo Valor. “Algumas companhias de transporte marítimo, de contêineres, declararam término de viagem em algumas rotas sem terem chegado ao destino. Simplesmente pararam a viagem em algum porto no caminho e informaram o cliente para retirar a carga e seguir viagem por terra”, relata um trader. Essa situação tem ocorrido com cargas que estão chegando próximo às áreas de conflito, como Israel, Iraque, Irã, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, apurou o Valor. Segundo esse trader, o arranjo logístico para conseguir levar a carga ao destino não tem sido um problema e ainda não há interrupções no comércio. Mas a situação tem aumentado o custo, que, segundo este trader, está sendo repassado aos compradores até o momento. Para os navios que estão em alto-mar carregando o açúcar brasileiro para o Oriente Médio, o custo do seguro de risco de guerra não foi alterado. Porém, para novos embarques, as seguradoras estão cancelando a contratação de apólice e avaliando a contratação caso a caso, com prêmios maiores. Para navios que vão para outros destinos, como a Ásia, as regras têm se mantido as mesmas, segundo esse trader.
05.03.2026 19:12 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Decreto sobre salvaguardas em acordos comerciais protege setor produtivo, dizem ruralistas A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) afirmou que o decreto 12.886/2026, publicado nessa quarta-feira (4/3) pelo governo federal para regulamentar a aplicação de salvaguardas bilaterais em acordos comerciais, garante proteção ao setor produtivo brasileiro. O decreto cria um mecanismo administrativo que permitirá ao Brasil reagir caso haja aumento expressivo de importações de produtos beneficiados por redução tarifária, que causem prejuízo relevante à indústria nacional ou a setores produtivos estratégicos. A publicação da medida foi articulada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA. "Esse decreto era fundamental para assegurar que o Brasil tenha instrumentos claros para reagir caso algum setor produtivo seja prejudicado por um aumento repentino de importações. As salvaguardas são um mecanismo legítimo do comércio internacional e ajudam a preservar o equilíbrio do acordo", afirmou Tereza Cristina. Entre as medidas que o Brasil poderá adotar caso haja aumento significativo de importações de produtos com tarifas reduzidas no âmbito de acordos comerciais estão a suspensão temporária da redução tarifária, a reintrodução de tarifas de importação ou a criação de cotas para entrada de determinados produtos. Diferentemente da União Europeia, o governo brasileiro não estabeleceu gatilhos específicos para a abertura da investigação. Na Europa, o mecanismo pode ser acionado se houver elevação de 5% do volume importado de determinados "produtos sensíveis", em comparação à média dos últimos três anos, e se os preços internos desses itens recuarem ao menos 5%. A investigação no Brasil para possível aplicação de salvaguarda poderá ser iniciada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) a partir de petição apresentada pela indústria nacional ou, em situações excepcionais, por iniciativa do próprio governo. O Departamento de Defesa Comercial (Decom) ficará responsável pela análise técnica dos dados econômicos e pela verificação de eventual dano à indústria doméstica. A decisão final sobre a aplicação das medidas caberá à Câmara de Comércio Exterior (Camex). Leia também Acordo Mercosul-UE é aprovado pelo Senado A FPA disse, em comunicado, que a regulamentação atende a uma demanda defendida pelos parlamentares da bancada ruralista, que cobraram instrumentos de defesa comercial antes da implementação plena do acordo com a União Europeia. "Esse decreto cria as bases para que o Brasil possa agir caso setores produtivos sejam afetados por importações excessivas. É um instrumento importante para garantir equilíbrio nas relações comerciais e preservar a competitividade da produção nacional", afirmou o deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), presidente da FPA.
05.03.2026 19:07 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Parceria com DistriBoi, de Rondônia, abre caminho para Frigol exportar para os EUA A produtora de carne bovina FriGol firmou um contrato de prestação de serviços de industrialização com o frigorífico DistriBoi, de Rondônia, contemplando as duas plantas da empresa em Ji-Paraná e Rolim de Moura. A parceria deve permitir à Frigol começar a exportar para os Estados Unidos, já que a unidade de Rolim de Moura já é habilitada para exportar para o país. Pelo acordo, firmado no último dia 3, a FriGol será responsável pela compra dos animais e pela comercialização dos produtos, enquanto a DistriBoi realizará o abate, a desossa e o processamento em suas unidades. As unidades da DistriBoi também são habilitadas para exportar para diversos mercados em que a FriGol já atua, reforçando a posição da companhia em nações como China, Israel, Chile e Canadá. “O movimento está alinhado ao plano de expansão sustentável da companhia, combinando ganho de eficiência operacional com rigor na gestão financeira e elevados padrões de qualidade, conformidade regulatória e governança”, disse a Frigol em comunicado. Em janeiro, a Frigol havia fechado outra parceria em Rondônia com o frigorífico RioBeef. Pelo acordo, gado adquirido pela Frigol será abatido e desossado pelo RioBeef na sua planta de Ji-Paraná.
05.03.2026 18:41 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Governo regulamenta aplicação de salvaguardas no acordo Mercosul-UE O governo federal publicou em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), o decreto que regulamenta a aplicação de medidas de salvaguardas bilaterais previstas em acordos comerciais firmados pelo Brasil, incluindo o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. A norma estabelece como o governo poderá investigar e, se necessário, aplicar restrições a importações de produtos que entram no país com tarifas reduzidas, no âmbito do acordo comercial, quando houver risco de prejuízo grave à indústria nacional. Entre as salvaguardas bilaterais definitivas previstas estão, por exemplo, a suspensão da redução tarifária e estabelecimento de cotas. Pelo decreto, o aumento dessas importações poderá ser caracterizado tanto em termos absolutos, em relação à produção nacional ou, quando previsto no acordo comercial, ao consumo doméstico. Segundo apurou o Valor, a publicação do decreto foi articulada pela senadora Tereza Cristina em conjunto com a Casa Civil para que a medida saísse no mesmo momento da votação relacionada ao acordo comercial. Parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), grupo do qual a senadora faz parte, temiam a aprovação do acordo pelo Senado antes da publicação do decreto pelo Executivo e queriam adiar a deliberação. O decreto prevê que as medidas de salvaguarda bilateral poderão ser adotadas de forma provisória a qualquer momento durante o curso da investigação, desde que observados os requisitos, as condições e os limites previstos no acordo comercial. Já as medidas definitivas poderão ser aplicadas na “extensão necessária” para prevenir a ameaça de prejuízo ou reparar dano grave à indústria doméstica. Entre os instrumentos possíveis estão a suspensão do cronograma de redução tarifária previsto no acordo, a diminuição das preferências tarifárias concedidas ao produto afetado, a imposição de cotas tarifárias ou outras restrições quantitativas, além de outras modalidades previstas no próprio acordo comercial. Caberá à Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidir sobre a aplicação de medidas de salvaguarda bilateral, sejam elas provisórias ou definitivas, bem como deliberar sobre a prorrogação das medidas definitivas. De acordo com a norma, as medidas de salvaguarda bilateral só poderão ser aplicadas após o início de investigação destinada a verificar a existência de prejuízo ao mercado nacional. O decreto prevê que as investigações deverão avaliar fatores objetivos e quantificáveis relacionados à situação da indústria doméstica e demonstrar o nexo causal entre o aumento das importações e o eventual prejuízo. O período de coleta de dados no processo investigativo deverá abranger, em regra, os últimos 36 meses, salvo em situações excepcionais devidamente justificadas. As investigações de salvaguardas bilaterais deverão, de forma geral, ser solicitadas mediante petição escrita. Excepcionalmente, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) poderá iniciar investigação de ofício, “desde que disponha de indícios suficientes de que as importações de determinado produto aumentaram em quantidade e em condições tais que causem ou ameacem causar prejuízo grave à indústria doméstica de bens similares ou diretamente concorrentes”, diz o decreto.
04.03.2026 21:46 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Cooperativa Cotrijal faturou R$ 4,9 bilhões em 2025 Com um faturamento de R$ 4,9 bilhões em 2025, a cooperativa Cotrijal, sediada em Não-Me-Toque (RS), vai distribuir mais de R$ 25,4 milhões em sobras para cerca de 17 mil associados. A decisão foi aprovada em Assembleia Geral Ordinária (AGO). Ao longo de 2025, a Cotrijal investiu mais de R$ 129 milhões em infraestruturas voltadas às operações em unidades, incluindo melhorias no fluxo, armazenagem, recebimento e secagem de grãos. Para 2026, a cooperativa planeja continuar a ampliação e modernização da capacidade de recebimento, limpeza e padronização de sementes. Também são previstos aportes na implantação de robotização no ensaque de rações, bem como a ampliação de capacitações de colaboradores e produtores rurais em gestão financeira de propriedades. “Tivemos um resultado muito positivo e ficamos muito felizes, pois em um ano desafiador conseguimos realizar todo o planejamento estratégico de 2025. Junto ao nosso quadro social, discutimos a destinação em assembleia e definimos por distribuir esse valor aos nossos associados. Nesse momento de dificuldade, o recurso vem para apoiar e amenizar a situação desafiadora pela qual o produtor vem passando”, destaca o presidente da Cotrijal, Nei César Manica.
04.03.2026 21:33 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Chuvas reduziram exportação de soja brasileira em fevereiro O Brasil fechou o mês de fevereiro com o embarque de 8,9 milhões de toneladas de soja, redução de 8,2% quando comparado com as vendas no mesmo período do ano anterior, informou nesta quarta-feira (4/3) a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). “As chuvas enfraqueceram as exportações em fevereiro e foram embarcadas 8,9 milhões de toneladas, mais de um milhão de toneladas a menos do volume esperado. Somente no Porto de Paranaguá, houve períodos de chuva em 26 dos 28 dias do mês”, disse a Anec, em boletim. Para o mês de março, com a colheita de soja a pleno vapor, a previsão é de que o Brasil exporte mais de 16 milhões de toneladas, conforme estimativa da Anec. Em relação ao farelo de soja, as exportações em fevereiro caíram 13,3%, para 1,3 milhão de toneladas. Já em março, é esperado um incremento nas vendas externas, que devem alcançar 2,5 milhões de toneladas. As exportações de milho do Brasil também desaceleraram em fevereiro, com o embarque de pouco mais de 1 milhão de toneladas, com baixa de 23,1% se comparado com um ano atrás. Neste mês, a Anec projeta o embarque de 697 mil toneladas. “As exportações de milho vêm diminuindo e abrindo espaço para o escoamento da safra de soja”, apontou a entidade. Sobre o conflito no Oriente Médio que também envolve o Irã, principal comprador do milho brasileiro, a Anec projetou um cenário negativo para o milho, pois os iranianos, em conjunto com a Arábia Saudita, adquiriram 14 milhões de toneladas de milho do Brasil em 2025. “Esse contexto gera incertezas entre os agentes de mercado e pode trazer impactos relevantes sobre os volumes exportados”, projetou a Anec.
04.03.2026 21:03 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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El Niño vai aumentar as temperaturas globais em 2026, diz OMM O fenômeno El Niño deve se desenvolver nos próximos meses, após três anos consecutivos de La Niña. A informação é da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Embora o retorno seja iminente, as condições neutras permanecem pelo menos até maio. Entre maio e junho, a chance de neutralidade cai para 60% e começa a abrir espaço para a chegada do El Niño no segundo semestre. A chance de desenvolvimento do El Niño entre junho e agosto é de 55%, segundo a OMM. “Se entrarmos agora em uma fase El Niño, é provável que isso provoque outro aumento nas temperaturas globais”, afirma o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas. Os fenômenos El Niño e La Niña ocorrem naturalmente, porém estão se desenvolvendo em um contexto de mudanças climáticas, responsável por aumentar as temperaturas globais, afetar os padrões sazonais de chuva e tornar eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes. No Brasil, episódios recentes de chuvas excepcionalmente acima da média histórica causaram catástrofes como as tempestades no litoral norte de São Paulo em fevereiro de 2023, as enchentes históricas em abril de 2024 no Rio Grande do Sul, e as recentes chuvas em Juiz de Fora e região, em Minas Gerais. Giovanna Gomes/Ed. Globo Diferenças entre La Niña e El Niño Os fenômenos El Niño e La Niña são determinados por variações de temperatura da porção equatorial do Oceano Pacífico. Durante os períodos de El Niño, as águas aquecem 0,5 °C ou mais em relação à média histórica. Quando ocorre um resfriamento igual ou maior do que 0,5°C, ocorre La Niña. Em ambos os casos, esta oscilação deve se manter por, pelo menos, cinco trimestres consecutivos para o fenômeno ser oficializado como ativo. Há diversas teorias sobre as variações, mas não há um consenso na comunidade para justificar estes ciclos. Em períodos de La Niña, o tempo costuma ficar mais seco no Sul do país, e as chuvas frequentes migram para o Norte e Nordeste do país. No Sudeste e no Centro-Oeste, faz mais frio do que o habitual. Durante o El Niño, o oposto ocorre: problemas de estiagem preocupam o Norte e Nordeste e as tempestades, o Sul.
04.03.2026 20:16 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 0
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Cacau e café sobem em NY após ajustes técnicos As baixas recentes nos preços do cacau e café negociados na bolsa de Nova York abriram espaço para uma correção nos valores. Nesta quarta-feira (4/3), os contratos do caca com entrega para maio fecharam em alta de 1,49%, a US$ 3.060 a tonelada. A pressão de baixa no mercado do cacau, onde os preços estão nos menores patamares em mais de dois anos, motivaram o ajuste técnico no pregão. Além disso, o site Trading View destaca que essa movimentação dos investidores também foi favorecida pelo recuo do dólar no cenário externo. Ainda assim, a tendência de queda para o cacau prevalece, diante da manutenção de condições climáticas adequedas para a safra no oeste da África, além de retração na demanda por cacau e seus derivados. Café Com poucas mudanças nos fundamentos, o preço do café subiu em Nova York também pautado por ajustes técnicos, os lotes do arábica para maio fecharam em alta de 1,09%, a US$ 2,8636 a libra-peso. Açúcar Investidores embolsaram lucros no mercado do açúcar. Os papéis do demerara para maio fecharam em queda de 1,44%, a 13,73 centavos de dólar a libra-peso. As últimas altas, impactadas também pela valorização do petróleo, deram lugar a um movimento de realização, uma vez que o fóssil perdeu força no cenário externo. Suco de laranja Pela segunda sessão consecutiva, os preços do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) registraram forte alta na bolsa de Nova York. Os lotes para maio subiram 6,39%, a US$ 1,94 a libra-peso. Algodão Por fim, nos negócios do algodão, os lotes para maio registraram alta de 0,19%, cotados a 64,16 centavos de dólar por libra-peso.
04.03.2026 20:09 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Produtores de arroz pedem reunião com governo para discutir dificuldades do setor Diante de um cenário de queda nos preços pagos ao produtor de arroz, entidades do agronegócio gaúcho solicitaram ao Ministério da Agricultura a adoção de medidas políticas e administrativas em caráter de urgência. Em reunião com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, os representantes do setor solicitaram o alongamento das operações de custeio com recibo de depósito, referentes à safra 2025/2026; a intensificação da fiscalização quanto à tipificação do arroz beneficiado comercializado no mercado brasileiro, especialmente no que se refere aos produtos oriundos de importação, garantindo transparência e proteção ao consumidor; e a alocação de recursos para instrumentos de apoio à comercialização no âmbito da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). O ofício entregue ao ministério é assinado pela Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz), Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e Cooperativa de Cereais de Camaquã (Coopacc). As três entidades entendem que tais medidas são fundamentais para preservar a sustentabilidade econômica da produção arrozeira. “Também evitam a retração da área plantada e garantem a continuidade do abastecimento interno de um dos principais alimentos da mesa do brasileiro”, destacam as três entidades.
04.03.2026 20:05 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 0
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Chuvas voltam a atingir o Brasil nesta quinta com alerta para todos os Estados A previsão do tempo indica que deve voltar a chover em todas as regiões do Brasil nesta quinta-feira (5/3). Após fortes temporais ao longo da semana, as chuvas começam a diminuir sobre a maioria do Nordeste do Brasil. Em áreas do interior de Pernambuco, Paraíba, Ceará e nordeste da Bahia, a tendência é de tempo mais estável nesta quinta, ainda que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantenha alertas para chuvas intensas na região. A atenção nesta quinta fica para os acumulados altos no Norte. A situação é mais crítica no norte do Pará, na região de Belém, com um alerta vermelho para a área, onde os acumulados podem passar de 100 milímetros. Também chove forte em Rondônia, Acre e Amazonas. No Sudeste, as chuvas serão mais frequentes entre o Triângulo Mineiro e o sul do Rio de Janeiro. Na porção norte do Espírito Santo e de Minas Gerais, ainda há potencial para chuvas intensas e tempestades. + Veja previsão para sua cidade No Centro-Oeste, as chuvas ocorrem de forma mais intensa sobre o centro de Goiás e o centro-norte do Mato Grosso, segundo alerta laranja do Inmet, com potencial para alguns transtornos. O Sul tem chuvas concentradas no oeste da região, consequência de uma área de baixa pressão vinda da Argentina. Já o leste sulista tem bastante calor ao longo do dia, com máximas acima de 30°C em todas as capitais.
04.03.2026 19:54 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Soja, milho e trigo recuam na bolsa de Chicago A soja fechou a sessão na bolsa de Chicago com preços em baixa, enquanto permanecem as incertezas em torno do conflito no Oriente Médio. Nesta quarta-feira (4/3), os contratos com vencimento em maio recuaram 0,09%, a US$ 11,6950 o bushel. Após as altas recentes do petróleo, que ajudaram na valorização do óleo de soja, o fóssil agora se desvaloriza, tirando um pouco da pressão que vinha exercendo sobre o mercado. "É preciso acompanhar os desdobramentos do conflito. O agravamento da situação voltaria a impulsionar os preços do petróleo, e isso teria reflexos nos grãos em Chicago, que agora já voltaram aos patamres pré-guerra", avalia Roberto Carlos Rafael, sócio da Germinar Agronegócios. Ainda segundo ele, após a alta da soja em fevereiro, o grão volta a perder força devido à ausência de notícias da China demandando produto dos EUA. "[Donald] Trump havia anunciado aumento de 8 milhões de toneladas de venda de soja aos chineses, mas esse volume de negociação não está acontecendo. Esse foi um fator que levou os preços a uma alta de 60 pontos, mas como não se concretizou agora está perdendo força", diz. Trigo O preço do trigo caiu pela terceira sessão consecutiva em Chicago. Os papéis para maio fecharam em queda de 1%, a US$ 5,6825 o bushel. Após um clima mais seco que o normal em áreas produtoras de trigo de inverno nos EUA, a situação se inverteu, trazendo otimismo para a oferta do cereal no país. Além disso, as altas recentes do dólar no cenário externo, tiraram competitividade do trigo exportado pelos americanos. Milho O milho fechou a sessão na bolsa de Chicago com preços em leve queda. Os contratos para maio tiveram baixa de 0,62%, para US$ 4,4375 o bushel.
04.03.2026 19:52 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Exportações de tabaco do Brasil bateram recorde em 2025 O Brasil, maior exportador mundial de tabaco desde 1993, registrou um recorde no ano passado no segmento. A receita somou US$ 3,389 bilhões, 13,85% acima do ano anterior, e o volume embarcado aumentou 23%, somando 561.052 toneladas, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O recorde anterior tinha sido estabelecido em 2012, quando as exportações geraram US$ 3,272 bilhões. “Os números mostram um crescimento muito consistente das exportações em 2025, impulsionado principalmente pelo aumento expressivo de volume. Por outro lado, o preço médio por tonelada apresentou redução em relação a 2024, o que explica o fato de a receita ter crescido em ritmo inferior ao volume embarcado. Vendemos mais, porém a um valor médio menor”, disse em nota o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing. Em 2024, o valor médio foi de aproximadamente US$ 6.540 por tonelada, enquanto em 2025 ficou em torno de US$ 6.040 por tonelada, uma queda de 7,6%. Nos últimos cinco anos, a média anual de embarques tem ficado em torno de 515 mil toneladas e cerca de US$ 2,6 bilhões em receita. Segundo Thesing, essa estabilidade está diretamente ligada ao Sistema Integrado de Produção de Tabaco, que rege os contratos entre indústria e produtores, definindo volumes, tipo de tabaco a ser produzido e orientações técnicas de manejo. A Europa se manteve em 2025 como maior comprador do tabaco brasileiro, com 41% do valor, seguido pelo Extremo Oriente (36%), África/Oriente Médio (8%), América do Norte (6%), América Latina (6%) e Leste Europeu (3%). Por países, a liderança é da Bélgica (US$ 733,4 milhões), seguida por China (US$ 576,5 milhões) e Indonésia (US$ 280,4 milhões). Os Estados Unidos ficaram em 4º lugar, com US$ 195,3 milhões. Segundo o Sinditabaco, historicamente, o mercado norte-americano representa em torno de 9% dos embarques, mas devido ao tarifaço imposto por Donald Trump, as exportações para o país caíram 23,4% em comparação com 2024, quando foram exportados US$ 255 milhões. A região Sul se mantém como a maior produtora do tabaco nacional, com 96% do volume. Os embarques nos portos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná somaram 555.222 toneladas, volume 24,34% superior ao do ano anterior. Initial plugin text Guerra no Oriente Médio Segundo Thesing, com o recente conflito do Irã contra Estados Unidos e Israel, os embarques de tabaco para o Oriente Médio estão sendo direcionados para rotas alternativas, principalmente pelo Cabo da Boa Esperança, no extremo sudoeste da África do Sul, o que resulta em um aumento de cerca de 20 dias no tempo de trânsito até os destinos. “Com isso, os principais impactos são atrasos no atendimento aos clientes e aumento dos custos dos serviços dos armadores, que têm implementado, em alguns casos, o War Risk Surcharge, uma sobretaxa ao frete que se aplica quando a rota do navio passa por uma zona de conflito bélico ou com alto risco de que o mesmo aconteça. Além disso, a insegurança na região de guerra impacta a programação dos novos embarques, o que gera aumento de despesas extraordinárias com aluguel de contêineres, armazéns e terminais”. Em 2025, 6% das exportações de tabaco brasileiro foram destinadas ao Oriente Médio, com destaque para os Emirados Árabes Unidos, cujos embarques somaram US$ 139.351.657,00 (4,13% do total), com 25.446.781 toneladas.
04.03.2026 19:47 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0
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Grupo da Colômbia compra operações da Agropalma no Pará O conglomerado APAR Holdings, da família do ex-banqueiro Aloysio Faria, acertou a venda de todas as operações da Agropalma para a Daabon, uma empresa familiar colombiana, em parceria com investidores brasileiros. A informação foi adiantada pelo site “Agribizz” e confirmada pela empresa ao Valor. As companhias não divulgaram o valor da transação. A Agropalma é uma das maiores empresas de óleo de palma do país, operando desde o plantio da palma até a extração e o refino do óleo. A operação envolveu a refinaria de óleo em Belém e áreas plantadas e instalações de extração no município de Tailândia (PA). O acordo não contemplou a unidade da empresa em Limeira (SP), que segue sob a gestão da Indústrias Xhara, subsidiária do Grupo Agropalma no Estado de São Paulo. Em Tailândia, a Agropalma possui 107 mil hectares, sendo 39 mil hectares de palmeiras plantadas e 64 mil hectares de reserva florestal, e seis usinas de extração de óleo. Em nota, a Agropalma informou que “após a conclusão da transação, a Daabon pretende expandir sua presença no Pará por meio de investimentos operacionais, criação de empregos, parcerias comunitárias e gestão ambiental contínua sob os padrões ESG do grupo alinhados com o potencial de desenvolvimento do setor de óleo de palma no Brasil”. Initial plugin text A Agropalma vinha operando com margens pressionadas diante das oscilações no preço do óleo de palma nos últimos anos. Em 2024 (último ano com dados financeiros disponíveis), a empresa teve um prejuízo líquido de R$ 8,9 milhões, após um lucro de R$ 238,1 milhões no ano anterior. Esse aperto refletiu principalmente a queda dos preços, que fez a receita líquida cair 38%, a R$ 714,4 milhões. A empresa foi uma das primeiras a se comprometer com desmatamento zero em sua cadeia, em 2002, e atualmente possui o selo da Mesa Redonda sobre Óleo de Palma Sustentável (RSPO, na sigla em inglês), o que lhe permite vender para mercados que exigem a certificação, como a União Europeia.
04.03.2026 19:41 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0