Se eu desaparecer nos próximos dias, vocês já sabem qual foi meu fim
Se eu desaparecer nos próximos dias, vocês já sabem qual foi meu fim
Imagina ser o perito da PF que teve que listar todas as vezes em que o Vorcaro falou putaria com a namorada pra investigação.
Uma das coisas mais curiosas que eu já lidei foram empresas que eram reféns do próprio jurídico.
Tudo que queriam fazer, o jurídico achava reclamação, metia cláusulas absurdas nos contratos que muitas vezes impediam os negócios e ninguém conseguia peitar os "adevogados".
Corrupção é uma parada que se identifica por evidências indiretas. O Collor cair começou com um Fiat Elba. A Lava Jato, com um posto de gasolina.
Mas o fanboy só aceita se o político de estimação aparecer carregando um saco de dinheiro com um cifrão pintado. Talvez nem assim.
Eu acho que você morre por dentro quando deixa de ter aquela parte de você que ainda acredita que, se você botasse só um pouquinho mais de esforço, você poderia ser como seus herois de infância.
E veja, não precisa gostar de IA. A questão é que o mercado gosta, então coisas que complementam bem IA vão ganhar valor.
Minha dica pra quem quer criar um negócio hoje em dia seria: Pense em nichos onde dados concretos são desorganizados e difíceis ou burocráticos de acessar, e torne fácil de consumi-los. Esse é o tipo de negócio que aumenta de valor junto com IA.
Muitos modelos de negócio são construídos sobre a premissa de projetos de software serem arriscados e difíceis de internalizar.
Esses modelos não vão durar mais muito tempo. Assim como qualquer modelo que piore quanto mais IA melhora.
1. Assinaturas caras vão ser substituídas por empresas por software customizado feito com IA.
2. Se 1 analista + IA faz o trabalho de 3 analistas, são 2 assentos a menos pra assinatura.
Muita ideia de SaaS que o pessoal acha que vai salvar eles do potencial desemprego causado por IA não tem futuro, por uma razão simples: Software que cobra por (usuário * mês) vai gradualmente morrer.
Tem dois motivos pra isso: 👇
"Ah, pq o Polvo é arrogante, pipipi popopó"
Eu sempre fui *ambicioso*.
E o que eu sempre ouvi de todo mundo ao meu redor: "ah pq vc n consegue, ah pq não tem como"
Minhas opções sempre foram ser "arrogante" ou me contentar em desistir dos meus sonhos. E a segunda não é opção.
Profissão dos sonhos:
Escritor de manchete do Metrópoles
Por isso que tá cheio de servidor público por aí tirando 20k+ mas que nunca tem dinheiro - o cara vive só pra pagar as dívidas que faz toda vez que acaba de pagar o consignado
O pessoal parece ter muito a ideia de que se você "ganha na vida" (normalmente passando em concurso) não apenas pode mas TEM QUE "realizar todos os seus sonhos de consumo" - inclusive vira quase obrigação consumir pra mostrar que "tá bem de vida"
Bem que algum bilionário excêntrico poderia acordar e resolver me dar 1 milhão de reais hoje
Não tem resposta certa nesse caso - você *precisa* entender o padrão de acesso e uso de dados que você espera. Mas esse é o tipo de coisa que se você só deixar a IA decidir pra você, vai te morder quando escalar.
(fim) 🐙
A opção "meio-termo" é usar o UUIDv7, que tem a maior parte aleatória, mas define os primeiros bits pelo timestamp da criação da linha. Isso permite ser muito eficiente se você frequentemente busca dados por data de criação, e reduz fragmentação do índice.
Só que se seus IDs são aleatórios, a estrutura do seu índice também vai ser. Isso significa que seu índice vai ficar fragmentado, ocupando mais espaço em disco e tornando leituras mais lentas à medida que sua tabela cresce.
O problema aqui é como índices funcionam no banco. E lembre que toda tabela SQL tem um índice na chave primária.
Um índice SQL é uma árvore de busca. Ela usa a sequencialidade dos itens pra achar itens mais rápido.
Uma solução comum pra ambos os problemas é usar UUIDv4 (aleatório) como o ID. E isso realmente resolve o IDOR e o problema de gargalo ao ter muitas escritas paralelas... Mas introduz outro problema mais sutil.
Você pode resolver isso tendo controle de acesso pra cada item - mas cada vez que você usa uma estratégia que abre portas pra insegurança você corre mais risco. Segurança séria, no mundo real, é sobre reduzir a quantidade de gaps onde falhas podem entrar.
E tem um problema maior: Você não devia usar ID sequencial pra dado exposto publicamente. O problema aqui é a vulnerabilidade IDOR (Insecure Direct Object Reference) - se um atacante vê que você usa um ID sequencial numa URL, ele pode tentar escanear os IDs.
O problema é que essa estrutura precisa ser acessada de forma coerente pra que a coluna seja sequencial. Isso significa: Lock pra ler e incrementar. Então se você tem muita escrita no banco, o ID sequencial pode virar gargalo.
O padrão da maioria dos bancos SQL é ID sequencial. É simples, é fácil de entender - mas tem dois problemas. O primeiro é que o ID precisa ser gerado pelo banco, através de uma estrutura que ele tem que incrementar em cada requisição.
Usar IA pra codar é massa, mas você ainda tem que saber dar contexto.
Uma coisa que se você não souber escolher pode destruir tua performance e multiplicar teu custo: Escolher IDs em banco de dados SQL.
Vem que vou te ensinar a escolher direito. 👇
- Pai, vou pra uma festa
- Vai beber?
- Não
- Vai usar droga?
- Não
- Vai transar?
- Não, pai
- Então tá indo por que, viado?
Vc está disputando o segundo turno com Flávio Bolsonaro e é a sua vez de fazer uma pergunta de tema livre no debate. Que pergunta vc faria?
Meu maior problema com os ricos brasileiros é que eles não são ambiciosos.
Rico no mundo desenvolvido tá investindo em tecnologia, abrindo museu, financiando filantropia
Aqui o rico médio se contenta com um sítio, 2 amantes, meia dúzia de jagunço e compras em Miami 2x no ano
Gente que queria ser confiante e falar bem em público sempre vai acusar quem não tem medo de se levantar e dizer que pensa de ser "arrogante" e "ter ego inflado". É um jeito de tentar compensar as próprias falhas, é sobre a pessoa e não sobre você.
Claudinho fora do ar na segunda de manhã e os devs tudo assim